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New International Version -
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|Cantares 6:4|
You are beautiful, my darling, as Tirzah, lovely as Jerusalem, majestic as troops with banners.
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|Cantares 6:5|
Turn your eyes from me; they overwhelm me. Your hair is like a flock of goats descending from Gilead.
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|Cantares 6:6|
Your teeth are like a flock of sheep coming up from the washing. Each has its twin, not one of them is alone.
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|Cantares 6:7|
Your temples behind your veil are like the halves of a pomegranate.
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|Cantares 6:8|
Sixty queens there may be, and eighty concubines, and virgins beyond number;
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9
|Cantares 6:9|
but my dove, my perfect one, is unique, the only daughter of her mother, the favourite of the one who bore her. The maidens saw her and called her blessed; the queens and concubines praised her.
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10
|Cantares 6:10|
Who is this that appears like the dawn, fair as the moon, bright as the sun, majestic as the stars in procession?
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|Cantares 6:11|
I went down to the grove of nut trees to look at the new growth in the valley, to see if the vines had budded or the pomegranates were in bloom.
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12
|Cantares 6:12|
Before I realised it, my desire set me among the royal chariots of my people. [Or among the chariots of Amminadab; or among the chariots of the people of the prince]
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13
|Cantares 6:13|
Come back, come back, O Shulammite; come back, come back, that we may gaze on you! Why would you gaze on the Shulammite as on the dance of Mahanaim?
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Sugestões

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09 de setembro LAB 618
PODERIA DEUS FRUSTRRAR-SE?
Ezequiel 39-41
Na leitura de hoje, entramos numa última grande seção do livro de Ezequiel, que reporta-se a um “Templo”. O capítulo 40 começa a descrever sobre o Novo Tempo.
E a pergunta que sempre surge na mente do leitor bíblico é: “A que templo a visão do fim do livro de Ezequiel se refere?”
De acordo com o teólogo Siegried Schwantes, para entender a direção da resposta desta pergunta, é importante saber a data aproximada em que essa visão aconteceu. Esta longa visão, que conclui o livro, é datada do vigésimo quinto ano do exílio de Exequiel. Como esse exílio ocorreu em 597 a.C., a visão data do ano 572 a.C. Em visão, o profeta é transportando à terra de Israel e posto sobre um alto monte, de onde pode contemplar o novo Templo. Um anjo lhe aparece para lhe descrever as várias partes do edifício, seu mobiliário, seus serviços e os ministrantes. A visão encerra com a divisão da terra entre as doze tribos.
A visão do Templo apresenta duas dificuldades: a) O templo nela descrito não corresponde aos dados que se encontram no Pentateuco para o antigo santuário; b) O templo que, em data posterior a esta visão, foi reconstruído em Jerusalém, tampouco correspondeu ao descrito na visão. Em vista disto, pergunta-se: “qual seria o propósito da visão?”.
Uma possível explicação é que uma nação vivendo de acordo com a vontade de Deus, na terra prometida, depois do exílio, teria construído este templo ideal e organizado-se segundo este ideal das tribos. Mas como o povo judeu não viveu à altura do ideal que Deus lhes propunha, um templo que obedecesse às estipulações descritas na visão nunca foi construído. E o povo nunca mais foi estabelecido naquele ideal da distribuição geográfica das 12 tribos.
Assim como Deus tinha um sonho para o antigo Israel, ele tem uma expectativa para você e para mim, hoje, também. Pois afinal, somos o Israel moderno de Deus (Gálatas 6:16). Entretanto, o sonho de Deus pode ser frustrado, dependendo da decisão do ser humano. Nisto, Deus não é impotente, mas ético. Ele limita-se a respeitar o atributo que nos deu, do livre arbítrio. Isso é uma honra até ao Seu próprio nome, pois como ele poderia primeiramente dar algo e depois não respeitar o que dera? E é assim que o Senhor expõe-se, voluntariamente, ao risco da frustração.
Eu imagino que você não queira frustrar Deus. Portanto, fica de lição para nós, que precisamos buscar o ideal de Deus hoje, para que Seus lindos planos possam sempre se cumprir na nossa vida.
“Voltem para o Senhor, e vocês viverão” (Amós 5:6).
Valdeci Júnior
Fátima Silva