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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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32
|Deuteronômio 28:32|
Your sons and daughters will be given to another nation, and you will wear out your eyes watching for them day after day, powerless to lift a hand.
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33
|Deuteronômio 28:33|
A people that you do not know will eat what your land and labour produce, and you will have nothing but cruel oppression all your days.
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34
|Deuteronômio 28:34|
The sights you see will drive you mad.
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35
|Deuteronômio 28:35|
The LORD will afflict your knees and legs with painful boils that cannot be cured, spreading from the soles of your feet to the top of your head.
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36
|Deuteronômio 28:36|
The LORD will drive you and the king you set over you to a nation unknown to you or your fathers. There you will worship other gods, gods of wood and stone.
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37
|Deuteronômio 28:37|
You will become a thing of horror and an object of scorn and ridicule to all the nations where the LORD will drive you.
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38
|Deuteronômio 28:38|
You will sow much seed in the field but you will harvest little, because locusts will devour it.
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39
|Deuteronômio 28:39|
You will plant vineyards and cultivate them but you will not drink the wine or gather the grapes, because worms will eat them.
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40
|Deuteronômio 28:40|
You will have olive trees throughout your country but you will not use the oil, because the olives will drop off.
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41
|Deuteronômio 28:41|
You will have sons and daughters but you will not keep them, because they will go into captivity.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva