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Maori -
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20
|2 Pedro 2:20|
Ka mawhiti mai nei ratou i nga poke o te ao, i a ratou ka matau nei ki te Ariki, ara ki te Kaiwhakaora, ki a Ihu Karaiti, na ki te rorea ratou, i te hinga rawa i aua mea, kino noa atu to ratou whakamutunga i te timatanga.
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21
|2 Pedro 2:21|
he pai ke mo ratou me i kore e matau ki te ara o te tika, i te matau a hei muri ka tahuri ke atu i te ture tapu kua tukua nei ki a ratou.
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22
|2 Pedro 2:22|
Heoi te tukunga iho ki a ratou rite tonu ki ta te whakatauki pono, Kua hoki te kuri ki tona ruaki; me te poaka i horoi ra, kua okeoke ano i te paru.
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1
|2 Pedro 3:1|
¶ Ko te rua tenei o aku pukapuka, e oku hoa aroha, ka tuhituhia atu nei ki a koutou; hei whakaoho tauarua i o koutou hinengaro tinihangakore kia mahara:
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2
|2 Pedro 3:2|
Kia mahara ai koutou ki nga kupu i korerotia i mua e nga poropiti tapu, ki ta matou hoki, ki ta nga apotoro a te Ariki, a te Kaiwhakaora:
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3
|2 Pedro 3:3|
¶ Ko tenei ta koutou e matau ai i te tuatahi, tera e puta mai etahi kaiwhakamanumanu i nga ra whakamutunga, e haere ana i runga i nga ritenga o o ratou hiahia ake,
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4
|2 Pedro 3:4|
E mea ana, Kei hea te korero o tona haerenga mai? mau tonu hoki nga mea katoa no te moenga ra ano o nga matua, pera tonu me to te orokohanganga.
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5
|2 Pedro 3:5|
Na ratou tonu i whakakuware ki tenei, na te kupu a te Atua nga rangi i mua, me te whenua ano totoka tonu i roto i te wai, na te wai ano hoki.
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6
|2 Pedro 3:6|
He hurihanga na enei i ngaro ai i te wai te ao o tera wa.
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7
|2 Pedro 3:7|
Ko nga rangi onaianei ia me te whenua, he mea rongoa na taua kupu ra ano, he mea waiho marire mo te ahi, ina taea te ra o te whakawakanga, o te whakangaromanga o nga tangata karakiakore.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva