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Maori -
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1
|2 Pedro 2:1|
¶ Otira i ara ake ano he poropiti teka i mua i roto i te iwi, he pera me nga kaiwhakaako teka e puta ake a mua i roto i a koutou; ma enei e mau puku mai nga titorehanga whakangaro, he whakakahore na ratou i te Ariki rawa, nana nei ratou i hoko, ka hohoro tonu ta ratou taki mai i te whakangaromanga ki a ratou ano.
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2
|2 Pedro 2:2|
A he tokomaha e aru i a ratou tikanga whakarihariha; ma reira e korerotia kinotia ai te ara o te pono.
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3
|2 Pedro 2:3|
¶ He apo moni hoki e tito kupu ai ratou kia whai taonga ai ratou i a koutou: nonamata te tukunga mo ratou ki te he, e kore ano e whakaroa; kahore hoki he moe o to ratou whakangaromanga.
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4
|2 Pedro 2:4|
Mehemea kihai i tohungia e te Atua nga anahera i hara, engari i peia ratou e ia ki te po, he mea herehere i te waro pouri, he mea tiaki mo te whakawa;
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5
|2 Pedro 2:5|
A kihai i tohungia te ao tawhito, he mea tiaki ia nana a Noa, te kaikauwhau i te tika, ratou ko etahi atu tokowhitu, i tana kawenga mai i te waipuke ki te ao o te hunga karakiakore;
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6
|2 Pedro 2:6|
A meinga ana nga pa, a Horoma, a Komora, kia pungarehu rawa, ko tana whakataunga he he hurihanga, waiho iho hei tohu ki te hunga e noho karakiakore i nga wa i muri;
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7
|2 Pedro 2:7|
¶ Ko Rota ia, ko te tangata tika, whakaorangia ake e ia, i a ia e whakapouritia ana e nga ritenga whakarihariha a te hunga kino;
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8
|2 Pedro 2:8|
I taua tangata tika e noho ana i roto i a ratou, mamae a na tona ngakau tika i a ratou mahi kino, i tana i kite ai, i tana i rongo ai i tenei ra, i tenei ra:
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9
|2 Pedro 2:9|
Matau tonu te Ariki ki te whakaora i te hunga karakia i roto i te whakamatautauranga, kia waiho ko te hunga he mo a te ra whakawa whiu ai;
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10
|2 Pedro 2:10|
¶ Tera rawa ia tana mo te hunga e whai ana i ta te kikokiko, e haere ana i runga i te hiahia poke, e whakahawea ana ki te rangatiratanga; he hunga hikaka, e whai ana i ta ratou ake; kahore hoki e wehi ki te korero kino ki nga tangata nunui.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva