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Maori -
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1
|2 Pedro 2:1|
¶ Otira i ara ake ano he poropiti teka i mua i roto i te iwi, he pera me nga kaiwhakaako teka e puta ake a mua i roto i a koutou; ma enei e mau puku mai nga titorehanga whakangaro, he whakakahore na ratou i te Ariki rawa, nana nei ratou i hoko, ka hohoro tonu ta ratou taki mai i te whakangaromanga ki a ratou ano.
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2
|2 Pedro 2:2|
A he tokomaha e aru i a ratou tikanga whakarihariha; ma reira e korerotia kinotia ai te ara o te pono.
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3
|2 Pedro 2:3|
¶ He apo moni hoki e tito kupu ai ratou kia whai taonga ai ratou i a koutou: nonamata te tukunga mo ratou ki te he, e kore ano e whakaroa; kahore hoki he moe o to ratou whakangaromanga.
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4
|2 Pedro 2:4|
Mehemea kihai i tohungia e te Atua nga anahera i hara, engari i peia ratou e ia ki te po, he mea herehere i te waro pouri, he mea tiaki mo te whakawa;
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5
|2 Pedro 2:5|
A kihai i tohungia te ao tawhito, he mea tiaki ia nana a Noa, te kaikauwhau i te tika, ratou ko etahi atu tokowhitu, i tana kawenga mai i te waipuke ki te ao o te hunga karakiakore;
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6
|2 Pedro 2:6|
A meinga ana nga pa, a Horoma, a Komora, kia pungarehu rawa, ko tana whakataunga he he hurihanga, waiho iho hei tohu ki te hunga e noho karakiakore i nga wa i muri;
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7
|2 Pedro 2:7|
¶ Ko Rota ia, ko te tangata tika, whakaorangia ake e ia, i a ia e whakapouritia ana e nga ritenga whakarihariha a te hunga kino;
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8
|2 Pedro 2:8|
I taua tangata tika e noho ana i roto i a ratou, mamae a na tona ngakau tika i a ratou mahi kino, i tana i kite ai, i tana i rongo ai i tenei ra, i tenei ra:
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9
|2 Pedro 2:9|
Matau tonu te Ariki ki te whakaora i te hunga karakia i roto i te whakamatautauranga, kia waiho ko te hunga he mo a te ra whakawa whiu ai;
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10
|2 Pedro 2:10|
¶ Tera rawa ia tana mo te hunga e whai ana i ta te kikokiko, e haere ana i runga i te hiahia poke, e whakahawea ana ki te rangatiratanga; he hunga hikaka, e whai ana i ta ratou ake; kahore hoki e wehi ki te korero kino ki nga tangata nunui.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva