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Maori -
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11
|2 Pedro 2:11|
Tena ko nga anahera, ahakoa nui ake to ratou kaha, to ratou mana kahore e puaki i a ratou he kupu whakatoi mo era i te aroaro o te Atua ina whakawa.
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12
|2 Pedro 2:12|
Ko era hoki, rite tonu ratou ki te kararehe kahore nei he whakaaro, he mea maori anake, i hanga nei hei hopukanga, hei whakangaromanga, korero kino ana ratou ki nga mea kahore nei e mohiotia e ratou; a ka ngaro i runga i ta ratou tikanga whakama te;
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13
|2 Pedro 2:13|
Ka whiwhi ki te utu o te he; he tangata e ahuareka ana ki te kakai awatea, he ira ratou, he makenu, e ruku ana ki a ratou hakari ngahau i a ratou e hakari tahi ana me koutou;
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14
|2 Pedro 2:14|
Ko o ratou kanohi ki tonu i te puremu, kahore hoki e mutu to ratou hara; e poaina ana e ratou nga hinengaro kahore i u: he ngakau to ratou kua oti te whakamahi ki te apo; he tamariki kua oti te kanga:
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15
|2 Pedro 2:15|
Mahue ake i a ratou te ara tika, kotiti ke ana ratou, whai tonu ana i te ara o Paraama tama a Peoro, i whakapai nei ki te utu o te he;
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16
|2 Pedro 2:16|
Otira i riria ano ia mo tona he: i korero te kararehe reokore, no te tangata te reo, pehia ana e ia te wairangi o te poropiti.
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17
|2 Pedro 2:17|
He puna waikore enei tangata, he kapua e akina ana e te tupuhi; pouri kerekere te wahi kua rite mo ratou mo ake tonu atu.
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18
|2 Pedro 2:18|
E korero ana i nga korero tetere rawa, he mea teka noa, ka poaina e ratou ki nga hiahia o te kikokiko, ki nga hiahia taikaha, te hunga e mawhiti mai ana i era e noho ra i roto i te he.
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19
|2 Pedro 2:19|
He herekore ta ratou e whakaari nei ki a ratou, heoi he pononga ratou na te pirau: ki te taea hoki te tangata e te hoariri, hei pononga ia mana.
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20
|2 Pedro 2:20|
Ka mawhiti mai nei ratou i nga poke o te ao, i a ratou ka matau nei ki te Ariki, ara ki te Kaiwhakaora, ki a Ihu Karaiti, na ki te rorea ratou, i te hinga rawa i aua mea, kino noa atu to ratou whakamutunga i te timatanga.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva