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Maori -
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1
|Tito 1:1|
¶ Na Paora, he pononga na te Atua, he apotoro na Ihu Karaiti, i runga i te whakapono o te hunga whiriwhiri a te Atua, i te matauranga hoki ki ta te pono e rite ai te karakia;
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2
|Tito 1:2|
I runga ano i te tumanako atu ki te ora tonu, i whakaaria mai nei i mua atu o te ao e te Atua e kore nei e teka;
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3
|Tito 1:3|
Nana nei i whakakite mai tana kupu i ona wa, ra te kupu i tukua mai ki ahau, he mea whakarite mai na te Atua, na to tatou Kaiwhakaora;
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4
|Tito 1:4|
Ki a Taituha, ki taku tamaiti pono i runga i to tatou whakapono tahi: Kia tau te aroha noa me te rangimarie, he mea na te Atua Matua, na Karaiti Ihu, na to tatou kaiwhakaora.
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5
|Tito 1:5|
¶ Ko te mea tenei i waiho atu ai koe e ahau ki Kariti, kia whakatikaia ai e koe nga mea i mahue, kia whakaritea ai ano hoki he kaumatua ki ia pa, ki ia pa, kia pera ai me taku i whakatakoto atu ai ki a koe:
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6
|Tito 1:6|
¶ Ki te mea he tangata kahore e ekengia e te kupu, he tahu no te wahine kotahi, he tamariki whakapono ana, kahore e korerotia to ratou toreretanga ki te kino, kahore e tutu.
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7
|Tito 1:7|
Ko te tikanga hoki mo te pihopa, kia kaua e ekengia e te kupu, kia rite ki ta te Atua tuari: ehara i te mea tohe ki tana ake, kahore ona aritarita, kahore ana kakai waina, kahore ana papatu, kahore e whai i te taonga he;
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8
|Tito 1:8|
Engari e atawhai ana i te manuhiri, e aroha ana ki te pai, e whai whakaaro ana, e tika ana, e tapu ana, e pehi ana i ona hiahia;
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9
|Tito 1:9|
E u ana te pupuri i te kupu pono i whakaakona atu na, kia taea ai e ia, i te mea ka tika nei tana whakaako, te whakahauhau, te turaki ano i ta te hunga e totohe mai ana.
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10
|Tito 1:10|
He tokomaha hoki te hunga tutu, korero teka noa, tinihanga; nui atu ia o te hunga o te kotinga,
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva