-
-
Maori -
-
1
|Tito 3:1|
¶ Whakamaharatia ratou kia ngohengohe ki nga rangatiratanga, ki nga mana, kia rongo ki nga rangatira, kia takatu ki nga mahi pai katoa;
-
2
|Tito 3:2|
Kia kaua e korero kino ki tetahi tangata, kia kaua e whawhai, kia ngakau ngawari, kia nui te mahaki o te ngakau e whakaputaina ki nga tangata katoa.
-
3
|Tito 3:3|
He whakaarokore hoki tatou i mua, he tutu, e tinihangatia ana, he pononga na nga hiahia, na nga whakaahuareka maha, e noho ana i runga i te nanakia, i te hae, he hunga whakarihariha, e mauahara ana tetahi ki tetahi.
-
4
|Tito 3:4|
Otira i te mea ka puta mai nei te tikanga ngawari me te aroha o te Atua, o to tatou Kaiwhakaora ki nga tangata,
-
5
|Tito 3:5|
Ehara i te mea na nga mahi tika i mahia e tatou, engari na tana mahi tohu i whakaorangia ai tatou e ia, he meatanga na te horoinga o te whanautanga houtanga, na te whakahoutanga a te Wairua Tapu,
-
6
|Tito 3:6|
I ringihia nuitia mai nei e ia ki runga ki a tatou, he mea na Ihu Karaiti, na to tatou Kaiwhakaora;
-
7
|Tito 3:7|
Kia whakatikaia ai tatou e tona aroha noa, kia whiwhi ai ki te taonga, ara ki te ora tonu e tumanakohia atu nei.
-
8
|Tito 3:8|
He korero pono tenei; e mea ana hoki ahau kia kaha tau kauwhau i enei mea, kia mahara ai te hunga kua whakapono ki te Atua ki te mahi i nga mahi pai. Ko nga mea enei e ataahua ana, e whai pai ana mo nga tangata.
-
9
|Tito 3:9|
¶ Ko nga uiuinga kuware ia, me nga whakapapa tupuna, whakarerea atu, me nga totohe, me nga whawhai ki nga mea o te ture, kahore hoki he pai o aua mea, he mea hanga noa.
-
10
|Tito 3:10|
Ko te tangata whakapono he, ka kotahi, ka rua nga whakatupatotanga, whakarerea atu;
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva