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Maori -
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1
|Tito 2:1|
¶ Ko koe ia, korerotia nga mea e rite ana ki to te whakaako ora:
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2
|Tito 2:2|
Ko nga kaumatua kia ata whakahaere i a ratou, kia tu kaumatua, kia whai whakaaro, kia ora te whakapono, te aroha, te manawanui:
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3
|Tito 2:3|
Me nga wahine taikaumatua hoki, kia rite nga tikanga ki a te hunga e whakaaro ana ki te tapu, kia kaua e ngautuara, kia kaua e riro hei pononga ma te waina, kia whakaako i nga mea pai;
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4
|Tito 2:4|
Kia meinga e ratou nga wahine taitamariki kia whai whakaaro, kia aroha ki a ratou tane, kia aroha ki a ratou tamariki.
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5
|Tito 2:5|
Kia whai whakaaro, kia tika, kia pukumahi i te kainga, kia atawhai, kia ngohengohe ki a ratou tane, kei korerotia kinotia te kupu a te Atua.
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6
|Tito 2:6|
Me whakahau atu hoki nga taitamariki kia whai whakaaro;
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7
|Tito 2:7|
I nga mea katoa kia kitea koe he tauira mo nga mahi pai; ko tau whakaako kia tapatahi, kia tu kaumatua,
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8
|Tito 2:8|
Kia ora te kupu, kei taea te whakahe; kia whakama ai te tangata tikanga ke, te ai he mea e korerotia kinotia ai tatou e ia.
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9
|Tito 2:9|
Ko nga pononga kia ngohengohe ki o ratou rangatira, kia whakamanawarekatia ratou i nga mea katoa; kaua e whakahoki kupu;
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10
|Tito 2:10|
Kaua e kaia, engari kia kitea he pai, he nui, to ratou pono; kia ai ratou i nga mea katoa hei whakapaipai i te whakaako i te Atua, a to tatou Kaiwhakaora.
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva