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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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8
|Deuteronômio 3:8|
Kaj ni prenis tiam el la manoj de la du regxoj de la Amoridoj la landon, kiu estas transe de Jordan, de la torento Arnon gxis la monto HXermon
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9
|Deuteronômio 3:9|
(la Cidonanoj nomas HXermonon Sirjon, kaj la Amoridoj nomas gxin Senir),
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10
|Deuteronômio 3:10|
cxiujn urbojn sur la ebenajxo, kaj la tutan Gileadon kaj la tutan Basxanon gxis Salhxa kaj Edrei, urboj de la regno de Og la Basxana.
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11
|Deuteronômio 3:11|
(CXar nur Og, la regxo de Basxan, estis restinta el la resto de la Rafaidoj. Jen estas lia lito, fera lito, jen gxi estas en Raba de la Amonidoj:naux ulnoj estas gxia longeco kaj kvar ulnoj estas gxia largxeco, laux la ulnoj de viro.)
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12
|Deuteronômio 3:12|
Kaj tiun landon ni ekposedis en tiu tempo:de Aroer, kiu estas apud la torento Arnon, kaj duonon de la monto Gilead kun gxiaj urboj mi donis al la Rubenidoj kaj al la Gadidoj;
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13
|Deuteronômio 3:13|
kaj la ceteran parton de Gilead kaj la tutan Basxanon, la regnon de Og, mi donis al duono de la tribo de Manase, la tutan distrikton de Argob. (La tutan tiun Basxanon oni nomas lando de Rafaidoj.
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14
|Deuteronômio 3:14|
Jair, filo de Manase, prenis la tutan distrikton de Argob gxis la limo de la Gesxuridoj kaj Maahxatidoj, kaj li donis al Basxan laux sia nomo la nomon Vilagxoj de Jair, tiel estas gxis nun.)
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15
|Deuteronômio 3:15|
Kaj al Mahxir mi donis Gileadon.
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16
|Deuteronômio 3:16|
Kaj al la Rubenidoj kaj al la Gadidoj mi donis de Gilead gxis la torento Arnon, kun la mezo de la valo por limo; ankaux gxis la torento Jabok, limo de la Amonidoj;
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17
|Deuteronômio 3:17|
kaj la stepon, kun Jordan por limo, de Kineret gxis la maro de la ebenajxo, la Sala Maro, cxe la bazo de Pisga en la oriento.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva