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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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5
|Deuteronômio 2:5|
Ne komencu batalon kontraux ili, cxar Mi ne donos al vi el ilia lando ecx largxecon de plando; cxar al Esav Mi donis, kiel heredajxon, la monton Seir.
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6
|Deuteronômio 2:6|
Mangxajxon acxetu de ili pro mono kaj mangxu; kaj ecx akvon acxetu de ili pro mono kaj trinku;
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7
|Deuteronômio 2:7|
cxar la Eternulo, via Dio, benis vin en cxiu faro de viaj manoj; Li gvidis vian iradon tra cxi tiu granda dezerto; jen jam kvardek jarojn la Eternulo estas kun vi, kaj nenio mankis al vi.
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8
|Deuteronômio 2:8|
Kaj ni preteriris flanke de niaj fratoj la Esavidoj, kiuj logxas sur Seir, flanke de la vojo stepa, de Elat kaj de Ecjon-Geber. Kaj ni turnis nin kaj iris laux la vojo al la dezerto de Moab.
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9
|Deuteronômio 2:9|
Kaj la Eternulo diris al mi:Ne faru malamikajxon al Moab kaj ne komencu militon kontraux ili, cxar Mi ne donos al vi heredajxon el ilia lando; cxar al la filoj de Lot Mi donis Aron kiel heredan posedajxon.
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10
|Deuteronômio 2:10|
(La Emidoj antauxe logxis tie, popolo granda kaj grandnombra, kaj altkreska kiel la Anakidoj.
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11
|Deuteronômio 2:11|
Ankaux ilin oni kalkulis inter la Rafaidoj, kiel la Anakidojn; kaj la Moabidoj nomas ilin Emidoj.
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12
|Deuteronômio 2:12|
Kaj sur Seir logxis antauxe la HXoridoj; sed la Esavidoj forpelis ilin kaj ekstermis ilin de antaux si kaj eklogxis sur ilia loko, kiel agis Izrael kun la lando de sia posedajxo, kiun la Eternulo donis al ili.)
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13
|Deuteronômio 2:13|
Nun levigxu kaj transiru la valon Zared. Kaj ni transiris la valon Zared.
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14
|Deuteronômio 2:14|
Kaj la tempo, dum kiu ni iris de Kadesx-Barnea, gxis ni transiris la valon Zared, estis tridek ok jaroj, gxis formortis el la tendaro la tuta generacio de militistoj, kiel jxuris al ili la Eternulo.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva