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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 2:1|
Ek het in my hart gesê: Nou ja, ek sal jou met vreugde op die proef stel; geniet dan die goeie! Maar kyk, ook dit was tevergeefs.
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2
|Eclesiastes 2:2|
Van die lag het ek gesê: Dit is onsinnig! en van die vreugde: Wat verskaf dit?
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3
|Eclesiastes 2:3|
Ek het in my hart daaroor nagedink om my liggaam met wyn te verkwik--terwyl my hart my met wysheid sou lei--en om aan die dwaasheid vas te hou totdat ek sou sien wat goed is vir die mensekinders, wat hulle moet doen onder die hemel gedurende die getal van hulle lewensdae.
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4
|Eclesiastes 2:4|
Ek het groot werke onderneem: ek het vir my huise gebou, ek het vir my wingerde geplant.
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5
|Eclesiastes 2:5|
Ek het vir my tuine en parke aangelê en daar allerhande vrugtebome in geplant.
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6
|Eclesiastes 2:6|
Ek het vir my damme gemaak om daaruit 'n bos met jong bome te besproei.
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7
|Eclesiastes 2:7|
Ek het slawe en slavinne gekoop en ook dié verkry wat in my huis gebore is; ek het ook 'n groot besitting van beeste en kleinvee gehad, meer as almal wat voor my in Jerusalem gewees het.
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8
|Eclesiastes 2:8|
Ek het vir my ook silwer en goud versamel, en 'n eiendom van konings en provinsies; ek het vir my sangers en sangeresse verskaf en die genoeëns van die mensekinders: lieflinge in menigte.
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9
|Eclesiastes 2:9|
En ek het groot en altyd groter geword bo almal wat voor my in Jerusalem gewees het; ook het my wysheid by my gebly.
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10
|Eclesiastes 2:10|
En alles wat my oë begeer het, het ek hulle nie ontsê nie; my hart het ek van geen enkele vreugde teruggehou nie, want my hart het hom verheug vanweë al my moeitevolle arbeid, en dit was my deel van al my moeitevolle arbeid.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva