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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 6:1|
Daar is 'n onheil wat ek gesien het onder die son, en wat swaar druk op die mensdom:
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|Eclesiastes 6:2|
'n Man aan wie God rykdom en skatte en eer gee, sodat hom niks ontbreek van alles wat hy kan begeer nie, maar God stel hom nie in staat om daarvan te geniet nie, want 'n vreemde geniet dit; dit is vergeefse moeite en 'n bitter lyding.
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3
|Eclesiastes 6:3|
As 'n man honderd kinders verwek en baie jare lewe en die dae van sy jare baie is en sy siel nie genoeg kry van die goeie en hy ook nie 'n begrafnis het nie, dan sê ek: 'n Misgeboorte is beter as hy,
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4
|Eclesiastes 6:4|
want in nietigheid kom dit, en in duisternis gaan dit heen, en met duisternis word die naam daarvan bedek;
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5
|Eclesiastes 6:5|
ook het dit die son nie gesien of geken nie. Dit het meer rus as hy.
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6
|Eclesiastes 6:6|
Ja, al lewe hy ook twee maal duisend jaar en geniet nie die goeie nie--gaan nie alles na een en dieselfde plek nie?
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7
|Eclesiastes 6:7|
Al die moeitevolle arbeid van 'n mens is vir sy mond, en tog word die begeerte nie bevredig nie.
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8
|Eclesiastes 6:8|
Want watter voorkeur het die wyse bo die dwaas, watter voorkeur die arme wat weet om hom te beweeg onder die lewendes?
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9
|Eclesiastes 6:9|
Die aanskouing met die oë is beter as die geswerf van die begeerte. Ook dit is tevergeefs en 'n gejaag na wind.
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|Eclesiastes 6:10|
Wat hy ook is, lankal is sy naam genoem, en dit is bekend dat hy mens is: hy kan nie in die gereg gaan met Hom wat sterker is as hy nie.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva