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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 5:1|
Wees nie haastig met jou mond nie, en laat jou hart nie gou 'n woord uitbring voor die aangesig van God nie; want God is in die hemel, en jy op die aarde. Daarom moet jou woorde min wees.
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2
|Eclesiastes 5:2|
Want soos die droom kom deur baie drukte, so die gepraat van die dwaas deur baie woorde.
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|Eclesiastes 5:3|
As jy 'n gelofte aan God gedoen het, stel nie uit om dit te betaal nie, want daar is geen welgevalle in dwase nie. Betaal wat jy belowe.
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4
|Eclesiastes 5:4|
Dit is beter dat jy nie belowe nie as dat jy belowe en nie betaal nie.
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5
|Eclesiastes 5:5|
Laat jou mond nie toe om op jou liggaam 'n sondeskuld te laai nie, en sê nie voor die gesant van God: Dit was 'n vergissing nie. Waarom moet God toornig word oor jou stem en die werk van jou hande verwoes?
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6
|Eclesiastes 5:6|
Want soos daar baie drome is, so is daar ook nietige woorde in menigte, maar vrees God!
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7
|Eclesiastes 5:7|
As jy verdrukking van die arme en berowing van reg en geregtigheid sien in die land--verwonder jou nie oor die saak nie, want 'n hoër een loer op die hoë, en die hoëres weer op hulle.
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|Eclesiastes 5:8|
Maar 'n voordeel vir 'n land onder alles is dit: 'n koning wat aan die landbou diensbaar word.
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|Eclesiastes 5:9|
Hy wat geld liefhet, kry nie genoeg van geld nie, en wie rykdom liefhet, nie van inkomste nie; ook dit is dan tevergeefs.
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|Eclesiastes 5:10|
As die goed baie word, word die eters baie; watter voordeel het die besitter dan daarvan, behalwe dat sy oë dit aanskou?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva