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Afrikaans (1953) -
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1
|Esdras 2:1|
En dit is die inwoners van die provinsie Juda wat opgetrek het uit die gevangenskap van die ballinge wat Nebukadnésar, die koning van Babel, na Babel weggevoer het, wat na Jerusalem en Juda teruggekeer het, elkeen na sy stad;
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2
|Esdras 2:2|
wat saam met Serubbábel, Jésua, Nehemía, Serája, Reëlája, Mórdegai, Bilsan, Mispar, Bigwai, Rehum, Baäna gekom het; die aantal manne van die volk van Israel was:
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3
|Esdras 2:3|
die kinders van Parhos, twee duisend een honderd twee en sewentig;
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4
|Esdras 2:4|
die kinders van Sefátja, drie honderd twee en sewentig;
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5
|Esdras 2:5|
die kinders van Arag, sewe honderd vyf en sewentig;
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6
|Esdras 2:6|
die kinders van Pahat-Moab, van die kinders van Jésua en Joab, twee duisend agt honderd en twaalf;
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7
|Esdras 2:7|
die kinders van Elam, duisend twee honderd vier en vyftig;
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8
|Esdras 2:8|
die kinders van Sattu, nege honderd vyf en veertig;
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9
|Esdras 2:9|
die kinders van Sakkai, sewe honderd en sestig;
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10
|Esdras 2:10|
die kinders van Bani, ses honderd twee en veertig;
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva