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Afrikaans (1953) -
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|Esdras 7:1|
En ná hierdie gebeurtenisse, onder die regering van Artasásta, die koning van Persië, het Esra, die seun van Serája, die seun van Asárja, die seun van Hilkía,
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|Esdras 7:2|
die seun van Sallum, die seun van Sadok, die seun van Ahítub,
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|Esdras 7:3|
die seun van Amárja, die seun van Asárja, die seun van Mérajot,
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|Esdras 7:4|
die seun van Serágja, die seun van Ussi, die seun van Bukki,
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|Esdras 7:5|
die seun van Abisúa, die seun van Pínehas, die seun van Eleásar, die seun van Aäron, die hoëpriester,
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|Esdras 7:6|
het hierdie Esra opgetrek uit Babel; en hy was 'n skrifgeleerde, vaardig in die wet van Moses wat die HERE, die God van Israel, gegee het; en die koning het, omdat die hand van die HERE sy God oor hom was, al sy begeertes ingewillig.
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7
|Esdras 7:7|
Ook van die kinders van Israel en van die priesters en die Leviete en die sangers en die poortwagters en die tempelbediendes het na Jerusalem opgetrek in die sewende jaar van koning Artasásta.
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|Esdras 7:8|
En hy het in Jerusalem gekom in die vyfde maand; dit was die sewende jaar van die koning.
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|Esdras 7:9|
Want op die eerste van die eerste maand het hy die optog uit Babel gereël, en op die eerste van die vyfde maand het hy in Jerusalem aangekom, omdat die goeie hand van sy God oor hom was.
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|Esdras 7:10|
Want Esra het sy hart daarop gerig om die wet van die HERE te ondersoek en te betrag, en om Israel die insettinge en verordeninge te leer.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva