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Afrikaans (1953) -
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21
|Esdras 7:21|
En deur my, koning Artasásta, is bevel gegee aan al die skatmeesters wat wes van die Eufraat is, dat alles wat Esra, die priester, die skrifgeleerde in die wet van die God van die hemel, van julle vra, sorgvuldig gedoen moet word,
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22
|Esdras 7:22|
tot honderd talente silwer en tot honderd kor koring en tot honderd bat wyn en tot honderd bat olie toe en sout sonder beperking.
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|Esdras 7:23|
Alles wat volgens die bevel van die God van die hemel is, moet stiptelik uitgevoer word vir die huis van die God van die hemel; want waarom sou daar 'n toorn kom oor die koninkryk van die koning en sy seuns?
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24
|Esdras 7:24|
En ons maak julle bekend dat wat betref al die priesters en Leviete, sangers, poortwagters, tempelbediendes of dienaars van hierdie huis van God, niemand gemagtig is om hulle belasting, opbrings of tol op te lê nie.
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25
|Esdras 7:25|
En jy, Esra, volgens die wysheid van jou God wat jy besit, stel owerhede en regters aan om vir die hele volk wat wes van die Eufraat is, reg te spreek, almal wat die wette van jou God ken; en wie dit nie ken nie, moet julle dit leer.
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|Esdras 7:26|
En elkeen wat die wet van jou God en die wet van die koning nie doen nie, teen hom moet geregtelik opgetree word, hetsy ter dood of tot verbanning of geldboete of gevangenisstraf.
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27
|Esdras 7:27|
Geloofd sy die HERE, die God van ons vaders, wat so iets in die hart van die koning gegee het, om die huis van die HERE wat in Jerusalem is, te versier;
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|Esdras 7:28|
en wat my guns laat vind het voor die koning en sy raadsmanne en voor al die magtige vorste van die koning. Toe het ek moed geskep, omdat die hand van die HERE my God oor my was, en ek het die hoofde uit Israel versamel om saam met my op te trek.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva