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Afrikaans (1953) -
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1
|Esdras 4:1|
En toe die teëstanders van Juda en Benjamin hoor dat die ballinge 'n tempel bou vir die HERE, die God van Israel,
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2
|Esdras 4:2|
het hulle aangekom na Serubbábel en na die familiehoofde en aan hulle gesê: Laat ons saam met julle bou, want net soos julle soek ons julle God, en aan Hom offer ons van die dae van Esar-Haddon af, die koning van Assirië, wat ons hierheen laat optrek het.
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3
|Esdras 4:3|
Maar Serubbábel en Jésua en die ander familiehoofde van Israel het aan hulle gesê: Dit sal nie gaan dat julle saam met ons 'n huis vir onse God bou nie, maar óns alleen sal vir die HERE, die God van Israel, dit bou soos koning Kores, die koning van Persië, ons beveel het.
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4
|Esdras 4:4|
Toe het die volk van die land die hande van die volk van Juda laat verslap en hulle afgeskrik om nie te bou nie.
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5
|Esdras 4:5|
En hulle het raadgewers teen hulle gehuur om hulle plan te verydel al die dae van Kores, die koning van Persië, tot op die regering van Daríus, die koning van Persië.
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6
|Esdras 4:6|
En onder die regering van Ahasvéros, in die begin van sy regering, het hulle 'n aanklag geskrywe teen die inwoners van Juda en Jerusalem.
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7
|Esdras 4:7|
En in die dae van Artasásta het Bislam, Mítredat, Tábeël en sy ander partygenote aan Artasásta, die koning van Persië, geskrywe; en die skrif van die brief was Aramees geskrywe en in Aramees vertaal.
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8
|Esdras 4:8|
Rehum, die bevelhebber, en Simsai, die skrywer, het 'n brief geskrywe teen Jerusalem aan Artasásta, die koning, van die volgende inhoud:
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9
|Esdras 4:9|
Rehum, die bevelhebber, en Simsai, die skrywer, en hulle ander partygenote, die Dinaïete, die Afarsatgiete, die Tarpeliete, die Afarsiete, die Arkewiete, die Babiloniërs, die Susangiete, naamlik die Elamiete,
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10
|Esdras 4:10|
en die ander volke wat die groot en beroemde Asnappar weggevoer en in die stad Samaría en die orige gebied wes van die Eufraat laat woon het. En nou--
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva