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Afrikaans (1953) -
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11
|Esdras 9:11|
wat U deur u knegte, die profete, beveel het deur te sê: Die land waar julle inkom om dit in besit te neem, is 'n onrein land vanweë die onreinheid van die volke van die lande, deur hulle gruwels waarmee hulle dit van die een end tot die ander vervul het in hulle onreinheid.
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12
|Esdras 9:12|
Gee dan nou julle dogters nie aan hulle seuns en neem hulle dogters nie vir julle seuns nie, en soek tot in ewigheid nie hulle vrede en geluk nie, sodat julle kan sterk word en die goeie van die land geniet en dit aan julle kinders as besitting kan gee tot in ewigheid.
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13
|Esdras 9:13|
En ná alles wat oor ons gekom het vanweë ons slegte dade en ons groot skuld--want U, onse God, het ons minder toegereken as wat ons ongeregtighede verdien het, en aan ons nog soveel vrygeraaktes gegee--
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14
|Esdras 9:14|
sal ons weer u gebooie verbreek en ons verswaer met hierdie gruwelike volke? Sal U nie op ons vertoorn wees, totdat ons vernietig is, sodat daar geen oorblyfsel of vrygeraakte meer is nie?
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15
|Esdras 9:15|
HERE, God van Israel, U is regverdig; want ons het as vrygeraaktes oorgebly soos dit vandag is. Hier is ons in ons skuld voor u aangesig, want niemand kan om sulke dinge voor u aangesig bestaan nie.
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva