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Afrikaans (1953) -
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50
|Esdras 2:50|
die kinders van Asna, die kinders van die Meüniete, die kinders van die Nefisiete;
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|Esdras 2:51|
die kinders van Bakbuk, die kinders van Hakúfa, die kinders van Harhur;
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|Esdras 2:52|
die kinders van Baslut, die kinders van Mehída, die kinders van Harsa;
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|Esdras 2:53|
die kinders van Barkos, die kinders van Sísera, die kinders van Temag;
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54
|Esdras 2:54|
die kinders van Nesíag, die kinders van Hatífa;
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55
|Esdras 2:55|
die kinders van die dienaars van Salomo: die kinders van Sotai, die kinders van Hassoféret, die kinders van Perúda;
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56
|Esdras 2:56|
die kinders van Jáäla, die kinders van Darkon, die kinders van Giddel;
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|Esdras 2:57|
die kinders van Sefátja, die kinders van Hattil, die kinders van Pogéret-Hassebáim, die kinders van Ami--
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58
|Esdras 2:58|
al die tempelbediendes en die kinders van die dienaars van Salomo was drie honderd twee en negentig.
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59
|Esdras 2:59|
En dit is hulle wat uit Tel-Melag, Tel-Harsa, Kerub, Addan, Immer opgetrek het, maar wat nie hulle familie en hulle afkoms kon aanwys of hulle van Israel afkomstig was nie--
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Sugestões

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22 de junho LAB 539
SERIA ERRADO BATER PALMAS NA IGREJA?
SALMOS 46-50
As pessoas que perguntam isso não devem conhecer um verso da na leitura de hoje: “Batam palmas, vocês, todos os povos; aclamem a Deus com cantos de alegria” (Salmo 47:1).
No serviço de louvor, existem aquelas palmas que acompanham o ritmo da música. Nas Escrituras, até os elementos da Natureza são chamados a bater palmas (Isaías 55:12; Salmo 98:8 e 9). Com equilíbrio, é obvio que o louvor acompanhado das palmas alcança melhor seu objetivo de envolver a todos. É só não deixar que o ritmo seja mais enfatizado que a letra e a mensagem da música.
Os aplausos de um público para uma pessoa também são bíblicos (2Reis 11:12). Ao usar as palmas, porém, é preciso evitar o desequilíbrio do exagero, da falta de etiqueta, na descompostura e exaltação do ser humano acima de Deus. Um público cristão deve bater palmas para um cantor, um pastor ou qualquer outro ministro, simplesmente “dizendo” com suas palmas: “Louvado seja Deus, irmão, pelo seu talento!” Esse aplauso seria um tipo de um “grande ‘amém’”. O que não pode acontecer é o uso das palmas para idolatrar o aplaudido. O povo precisa ser educado quanto a isso, pois o diálogo é sempre melhor que a inibição.
Alguém poderia alegar: a) que existem poucas passagens que falem sobre o “bater palmas”; b) que provoca desordem no culto; e c) exaltação do ser humano acima de Deus.
Quanto ao primeiro item, os críticos precisam levar em consideração que, embora haja poucas passagens que falem sobre bater palmas, não existe uma passagem bíblica sequer que condene essa prática. Isso deixa a crítica em pior situação que a prática. Quanto aos dois últimos argumentos, podemos claramente perceber que eles se referem muito mais ao desequilíbrio que a uma prática equilibrada e sadia. Portanto, embora devamos respeitar a esses críticos como pessoas, devemos dialogar e crescer no entendimento de um louvor mais amplo.
A recomendação bíblica de Salmo 47:1 não é um mandamento obrigatório. Bater palmas na igreja é uma questão cultural. Ela deve usar as melhores formas de expressão existentes em sua cultura que levem a maioria a adorar. Se a maior parte dos membros louva, adora, reconhece e interage melhor com as palmas, que as palmas sejam usadas com equilíbrio, para a honra e glória de Deus. Em muitos lugares do mundo, nossa igreja tem esse costume. Mas, por outro lado, se a maioria das pessoas ainda não consegue se sentir bem com a presença das palmas no serviço de adoração, não compensa usar um elemento que não edificará os crentes (1Coríntios 10:31).
De qualquer forma, louve ao Senhor!
Valdeci Júnior
Fátima Silva