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Afrikaans (1953) -
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1
|Hebreus 4:1|
Laat ons dan vrees dat, terwyl die belofte om in sy rus in te gaan nog standhou, dit nie miskien sal blyk dat iemand van julle agtergebly het nie.
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2
|Hebreus 4:2|
Want aan ons is die evangelie ook verkondig net soos aan hulle; maar die woord van die prediking het hulle nie gebaat nie, omdat dit by die hoorders nie met die geloof verenig was nie.
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3
|Hebreus 4:3|
Want ons wat geglo het, gaan die rus in, soos Hy gesê het: Daarom het Ek in my toorn gesweer, hulle sal in my rus nie ingaan nie--alhoewel sy werke van die grondlegging van die wêreld af volbring is.
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4
|Hebreus 4:4|
Want Hy het êrens van die sewende dag so gespreek: En God het op die sewende dag van al sy werke gerus;
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5
|Hebreus 4:5|
en nou hier weer: Hulle sal in my rus nie ingaan nie.
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6
|Hebreus 4:6|
Terwyl dit dan so is dat sommige daar ingaan, en diegene aan wie die evangelie eers verkondig is, deur ongehoorsaamheid nie ingegaan het nie,
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7
|Hebreus 4:7|
bepaal Hy weer 'n sekere dag, naamlik vandag, as Hy soveel later deur Dawid spreek, soos gesê is: Vandag as julle sy stem hoor, verhard julle harte nie.
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8
|Hebreus 4:8|
Want as Josua aan hulle rus gegee het, sou Hy nie van 'n ander dag daarná spreek nie.
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9
|Hebreus 4:9|
Daar bly dus 'n sabbatsrus oor vir die volk van God;
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10
|Hebreus 4:10|
want wie in sy rus ingegaan het, rus ook self van sy werke soos God van syne.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva