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Afrikaans (1953) -
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21
|Hebreus 9:21|
En hy het ook die tabernakel en al die gereedskap van die diens net so met die bloed besprinkel.
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22
|Hebreus 9:22|
En byna alles word met bloed gereinig volgens die wet, en sonder bloedvergieting vind daar geen vergifnis plaas nie.
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23
|Hebreus 9:23|
Dit was dus nodig dat die afbeeldinge van die dinge in die hemele deur hierdie offers gereinig moes word, maar die hemelse dinge self deur beter offers as hierdie.
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24
|Hebreus 9:24|
Want Christus het nie ingegaan in 'n heiligdom met hande gemaak, 'n teëbeeld van die ware nie, maar in die hemel self om nou voor die aangesig van God vir ons te verskyn;
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25
|Hebreus 9:25|
ook nie om Homself dikwels te offer, soos die hoëpriester elke jaar in die heiligdom ingaan met bloed wat nie sy eie is nie,
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26
|Hebreus 9:26|
want dan moes Hy dikwels gely het van die grondlegging van die wêreld af. Maar nou het Hy een maal in die voleinding van die eeue verskyn om die sonde deur sy offer weg te doen.
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27
|Hebreus 9:27|
En net soos die mense bestem is om een maal te sterwe en daarna die oordeel,
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28
|Hebreus 9:28|
so sal Christus ook, nadat Hy een maal geoffer is om die sondes van baie weg te neem, vir die tweede maal sonder sonde verskyn aan die wat Hom verwag tot saligheid.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva