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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
144-
American Standard Version (1901) -
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1
|Salmos 144:1|
[A Psalm] of David. Blessed be Jehovah my rock, Who teacheth my hands to war, [And] my fingers to fight:
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2
|Salmos 144:2|
My lovingkindness, and my fortress, My high tower, and my deliverer; My shield, and he in whom I take refuge; Who subdueth my people under me.
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3
|Salmos 144:3|
Jehovah, what is man, that thou takest knowledge of him? Or the son of man, that thou makest account of him?
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4
|Salmos 144:4|
Man is like to vanity: His days are as a shadow that passeth away.
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5
|Salmos 144:5|
Bow thy heavens, O Jehovah, and come down: Touch the mountains, and they shall smoke.
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6
|Salmos 144:6|
Cast forth lightning, and scatter them; Send out thine arrows, and discomfit them.
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7
|Salmos 144:7|
Stretch forth thy hand from above; Rescue me, and deliver me out of great waters, Out of the hand of aliens;
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8
|Salmos 144:8|
Whose mouth speaketh deceit, And whose right hand is a right hand of falsehood.
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9
|Salmos 144:9|
I will sing a new song unto thee, O God: Upon a psaltery of ten strings will I sing praises unto thee.
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10
|Salmos 144:10|
Thou art he that giveth salvation unto kings; Who rescueth David his servant from the hurtful sword.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva