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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
35-
American Standard Version (1901) -
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1
|Salmos 35:1|
[A Psalm] of David. Strive thou, O Jehovah, with them that strive with me: Fight thou against them that fight against me.
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2
|Salmos 35:2|
Take hold of shield and buckler, And stand up for my help.
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3
|Salmos 35:3|
Draw out also the spear, and stop the way against them that pursue me: Say unto my soul, I am thy salvation.
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4
|Salmos 35:4|
Let them be put to shame and brought to dishonor that seek after my soul: Let them be turned back and confounded that devise my hurt.
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5
|Salmos 35:5|
Let them be as chaff before the wind, And the angel of Jehovah driving [them] on.
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6
|Salmos 35:6|
Let their way be dark and slippery, And the angel of Jehovah pursuing them.
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7
|Salmos 35:7|
For without cause have they hid for me their net [in] a pit; Without cause have they digged [a pit] for my soul.
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8
|Salmos 35:8|
Let destruction come upon him unawares; And let his net that he hath hid catch himself: With destruction let him fall therein.
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9
|Salmos 35:9|
And my soul shall be joyful in Jehovah: It shall rejoice in his salvation.
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10
|Salmos 35:10|
All my bones shall say, Jehovah, who is like unto thee, Who deliverest the poor from him that is too strong for him, Yea, the poor and the needy from him that robbeth him?
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva