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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
74-
American Standard Version (1901) -
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1
|Salmos 74:1|
Maschil of Asaph. O God, why hast thou cast [us] off for ever? Why doth thine anger smoke against the sheep of thy pasture?
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2
|Salmos 74:2|
Remember thy congregation, which thou hast gotten of old, Which thou hast redeemed to be the tribe of thine inheritance; [And] mount Zion, wherein thou hast dwelt.
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3
|Salmos 74:3|
Lift up thy feet unto the perpetual ruins, All the evil that the enemy hath done in the sanctuary.
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4
|Salmos 74:4|
Thine adversaries have roared in the midst of thine assembly; They have set up their ensigns for signs.
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5
|Salmos 74:5|
They seemed as men that lifted up Axes upon a thicket of trees.
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6
|Salmos 74:6|
And now all the carved work thereof They break down with hatchet and hammers.
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7
|Salmos 74:7|
They have set thy sanctuary on fire; They have profaned the dwelling-place of thy name [by casting it] to the ground.
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8
|Salmos 74:8|
They said in their heart, Let us make havoc of them altogether: They have burned up all the synagogues of God in the land.
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9
|Salmos 74:9|
We see not our signs: There is no more any prophet; Neither is there among us any that knoweth how long.
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10
|Salmos 74:10|
How long, O God, shall the adversary reproach? Shall the enemy blaspheme thy name for ever?
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva