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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
31-
American Standard Version (1901) -
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1
|Salmos 31:1|
For the Chief Musician. A Psalm of David. In thee, O Jehovah, do I take refuge; Let me never be put to shame: Deliver me in thy righteousness.
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2
|Salmos 31:2|
Bow down thine ear unto me; deliver me speedily: Be thou to me a strong rock, A house of defence to save me.
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3
|Salmos 31:3|
For thou art my rock and my fortress; Therefore for thy name's sake lead me and guide me.
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4
|Salmos 31:4|
Pluck me out of the net that they have laid privily for me; For thou art my stronghold.
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5
|Salmos 31:5|
Into thy hand I commend my spirit: Thou hast redeemed me, O Jehovah, thou God of truth.
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6
|Salmos 31:6|
I hate them that regard lying vanities; But I trust in Jehovah.
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7
|Salmos 31:7|
I will be glad and rejoice in thy lovingkindness; For thou hast seen my affliction: Thou hast known my soul in adversities;
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8
|Salmos 31:8|
And thou hast not shut me up into the hand of the enemy; Thou hast set my feet in a large place.
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9
|Salmos 31:9|
Have mercy upon me, O Jehovah, for I am in distress: Mine eye wasteth away with grief, [yea], my soul and my body.
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10
|Salmos 31:10|
For my life is spent with sorrow, And my years with sighing: My strength faileth because of mine iniquity, And my bones are wasted away.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva