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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|Apocalipse 13:11|
And I saw another beast rising out of the earth; and it had two horns like to a lamb, and spake as a dragon;
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12
|Apocalipse 13:12|
and it exercises all the authority of the first beast before it, and causes the earth and those that dwell in it to do homage to the first beast, whose wound of death was healed.
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13
|Apocalipse 13:13|
And it works great signs, that it should cause even fire to come down from heaven to the earth before men.
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14
|Apocalipse 13:14|
And it deceives those that dwell upon the earth by reason of the signs which it was given to it to work before the beast, saying to those that dwell upon the earth to make an image to the beast, which has the wound of the sword, and lived.
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15
|Apocalipse 13:15|
And it was given to it to give breath to the image of the beast, that the image of the beast should also speak, and should cause that as many as should not do homage to the image of the beast should be killed.
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16
|Apocalipse 13:16|
And it causes all, the small and the great, and the rich and the poor, and the free and the bondmen, that they should give them a mark upon their right hand or upon their forehead;
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17
|Apocalipse 13:17|
and that no one should be able to buy or sell save he that had the mark, the name of the beast, or the number of its name.
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18
|Apocalipse 13:18|
Here is wisdom. He that has understanding let him count the number of the beast: for it is a man's number; and its number [is] six hundred [and] sixty-six.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva