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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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5
|Apocalipse 6:5|
And when it opened the third seal, I heard the third living creature saying, Come [and see]. And I saw: and behold, a black horse, and he that sat upon it having a balance in his hand.
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6
|Apocalipse 6:6|
And I heard as a voice in the midst of the four living creatures saying, A choenix of wheat for a denarius, and three choenixes of barley for a denarius: and do not injure the oil and the wine.
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7
|Apocalipse 6:7|
And when it opened the fourth seal, I heard [the voice of] the fourth living creature saying, Come [and see].
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8
|Apocalipse 6:8|
And I saw: and behold, a pale horse, and he that sat upon it, his name [was] Death, and hades followed with him; and authority was given to him over the fourth of the earth to slay with sword, and with hunger, and with death, and by the beasts of the earth.
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9
|Apocalipse 6:9|
And when it opened the fifth seal, I saw underneath the altar the souls of them that had been slain for the word of God, and for the testimony which they held;
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10
|Apocalipse 6:10|
and they cried with a loud voice, saying, How long, O sovereign Ruler, holy and true, dost thou not judge and avenge our blood on them that dwell upon the earth?
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11
|Apocalipse 6:11|
And there was given to them, to each one a white robe; and it was said to them that they should rest yet a little while, until both their fellow-bondmen and their brethren, who were about to be killed as they, should be fulfilled.
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12
|Apocalipse 6:12|
And I saw when it opened the sixth seal, and there was a great earthquake; and the sun became black as hair sackcloth, and the whole moon became as blood,
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13
|Apocalipse 6:13|
and the stars of heaven fell upon the earth, as a fig tree, shaken by a great wind, casts its unseasonable figs.
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14
|Apocalipse 6:14|
And the heaven was removed as a book rolled up, and every mountain and island were removed out of their places.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva