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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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19
|Ester 2:19|
När sedermera jungfrur för andra gången samlades tillhopa och Mordokai satt i konungens port
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20
|Ester 2:20|
(men Ester hade, såsom Mordokai bjöd henne, icke yppat något om sin släkt och sitt folk, ty Ester gjorde efter Mordokais befallning, likasom när hon var under hans vård),
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21
|Ester 2:21|
vid den tiden, under det att Mordokai satt i konungens port, blevo Bigetan och Teres, två av de hovmän hos konungen, som höllo vakt vid tröskeln, förbittrade på konung Ahasveros och sökte tillfälle att bära hand på honom.
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22
|Ester 2:22|
Härom fick Mordokai kunskap, och han berättade det för drottning Ester; därefter omtalade Ester det för konungen på Mordokais vägnar.
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23
|Ester 2:23|
Saken blev nu undersökt och så befunnen; och de blevo båda upphängda på trä. Och detta upptecknades i krönikan, för konungen.
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1
|Ester 3:1|
En tid härefter upphöjde konung Ahasveros agagiten Haman, Hammedatas son, till hög värdighet och gav honom främsta platsen bland alla de furstar som voro hos honom.
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2
|Ester 3:2|
Och alla konungens tjänare som voro i konungens port böjde knä och föllo ned för Haman, ty så hade konungen bjudit om honom. Men Mordokai böjde icke knä och föll icke ned för honom.
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3
|Ester 3:3|
Då sade konungens tjänare som voro i konungens port till Mordokai: »Varför överträder du konungens bud?»
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4
|Ester 3:4|
Och när de dag efter dag hade sagt så till honom, utan att han lyssnade till dem, berättade de det för Haman, för att se om Mordokais förklaring skulle få gälla: ty han hade berättat för dem att han var en jude.
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5
|Ester 3:5|
När nu Haman såg att Mordokai icke böjde knä eller föll ned för honom, uppfylldes han med vrede.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva