-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
51
|1 Coríntios 15:51|
¶ Na, he mea huna tenei ka korerotia nei e ahau ki a koutou. E kore tatou katoa e moe, engari e whakaahuatia ketia tatou katoa;
-
52
|1 Coríntios 15:52|
E kore e aha, kimo kau te kanohi, i te tetere whakamutunga: e tangi hoki te tetere whakamutunga: e tangi hoki te tetere, a e whakaarahia nga tupapaku, he mea piraukore, a ka whakaahuatia ketia tatou.
-
53
|1 Coríntios 15:53|
Kua takoto hoki te tikanga kia kakahuria te piraukore e tenei pirau, kia kakahuria hoki te matekore e tenei hanga matemate nei.
-
54
|1 Coríntios 15:54|
Heoi ka oti tenei pirau te whakakakahu ki te piraukore, me tenei hanga matemate nei te whakakakahu ki te matekore, ko reira rite ai te korero i tuhituhia, horomia ake te mate e te wikitoria.
-
55
|1 Coríntios 15:55|
E te mate kei hea tou wero? E te reinga kei hea tou wikitoria?
-
56
|1 Coríntios 15:56|
Ko te hara to te mate wero; na te ture hoki i kaha ai te hara:
-
57
|1 Coríntios 15:57|
Ki te Atua ia te whakawhetai, nana nei i homai te wikitoria ki a tatou, he meatanga na to tatou Ariki, na Ihu Karaiti.
-
58
|1 Coríntios 15:58|
¶ Heoi, e oku teina aroha, kia u, kei taea te whakakorikori, kia hira te mahi ki te Ariki i nga wa katoa, e matau ana hoki koutou, ehara i te maumau to koutou mauiui i roto i te Ariki.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva