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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|1 Coríntios 7:11|
Engari, ki te mawehe ia, me noho hoakore, me hohou ranei te rongo ki tana tane: kaua hoki te tane e whakarere i tana wahine.
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12
|1 Coríntios 7:12|
Ki era atu ia ko taku kupu tenei, ehara i te Ariki: Ki te mea he wahine kore whakapono ta tetahi o nga teina, a ka whakaae taua wahine kia noho tahi raua, kaua ia e whakarerea e ia.
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13
|1 Coríntios 7:13|
A ko te wahine, he tane kore whakapono tana, a ka whakaae kia noho tahi raua, kaua ia e whakarere i tana tane.
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14
|1 Coríntios 7:14|
No te mea e whakatapua ana te tane whakaponokore e te wahine, e whakatapua ana hoki te wahine whakaponokore e te tane: me he kahore, kua poke a korua tamariki, tena ko tenei he tapu ratou.
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15
|1 Coríntios 7:15|
Ki te mawehe ke ia te whakaponokore, mana e mawehe ke. E kore tetahi teina, tuahine ranei, e mau te here e nga mea pena: otira kua karangatia tatou e te Atua ki te rangimarie.
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16
|1 Coríntios 7:16|
Ma te aha koe e mohio ai, e tai, ka ora ranei i a koe tau tane? a koe ranei, e te tane, ma te aha ka mohio ai, ka ora i a koe tau wahine?
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17
|1 Coríntios 7:17|
¶ Heoi anake, kia rite ki ta te Atua tuwahanga ki tena, ki tena, ki tana karangatanga hoki ki tena, ki tena, kia pera tana haere. Na ko taku whakatakoto tena i roto i nga hahi katoa.
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18
|1 Coríntios 7:18|
He mea kokoti tetahi i tona karangatanga? kaua e whakakahoretia tona kotinga. He mea kokotikore tetahi i tona karangatanga? kaua a e kotia.
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19
|1 Coríntios 7:19|
He mea kore noa iho te kotinga, he mea kore noa iho ano te kotingakore, engari ia te pupuri i a te Atua ture.
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20
|1 Coríntios 7:20|
Kia mau ia tangata ki tona karangatanga, i karangatia ai ia.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva