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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|1 Coríntios 7:21|
He pononga koe i tou karangatanga? kaua e manukanuka: otira ki te watea he haerenga noatanga atu mou, e pena.
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22
|1 Coríntios 7:22|
Ko te tangata hoki he pononga i tona karangatanga i roto i te Ariki, he tangata tuku noa ia na te Ariki: waihoki ko te tangata ehara nei i te pononga i tona karangatanga, he pononga ia na te Karaiti.
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23
|1 Coríntios 7:23|
Kua oti koutou te hoko ki te utu; aua e meinga hei pononga koutou ma te tangata.
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24
|1 Coríntios 7:24|
E oku teina, ko te mahi a tenei, a tenei, i tona karangatanga kia mau ia ki tena me te whakaaro ano ki te Atua.
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25
|1 Coríntios 7:25|
¶ Na mo nga wahine, kahore a te Ariki tikanga ki ahau; tenei ia toku whakaaro, ara to te tangata i a ia nei to te Ariki atawhai, i pono ai.
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26
|1 Coríntios 7:26|
Na reira ki toku whakaaro he pai tenei mo te whakararu o tenei wa, ara he pai kia kati tonu te tangata i a ia nei.
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27
|1 Coríntios 7:27|
Kua herea koe ki te wahine? kaua e whai kia wetekia. Ka oti koe te wewete i te wahine? kaua e whaia he wahine.
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28
|1 Coríntios 7:28|
Otiia ki te marena koe, kahore ou hara; a ki te marena te wahine, kahore ona hara. Otiia tera e pa mai he whakararu i te kikokiko ki taua hunga pena: heoi me ata hanga ahau ki a koutou.
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29
|1 Coríntios 7:29|
Ko taku kupu ia tenei, e oku teina, e tutata ana te wa: heoi inaianei tera e rite te hunga whai wahine ki te hunga kahore nei a ratou;
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30
|1 Coríntios 7:30|
Me te hunga e tangi ana, ano kahore ratou i te tangi; me te hunga e hari ana, ano kahore ratou i te hari; me te hunga e hoko ana, ano kahore a ratou taonga;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva