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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|1 Crônicas 15:11|
I karangatia ano e Rawiri a Haroko raua ko Apiatara, nga tohunga, ratou ko nga Riwaiti, ko Uriere, ko Ahaia, ko Hoera, ko Hemaia, ko Eriere, ko Aminarapa,
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12
|1 Crônicas 15:12|
I mea ia ki a ratou, Ko koutou nga rangatira o nga whare o nga matua o nga Riwaiti: whakatapua koutou, koutou ko o koutou teina; ma koutou hoki e kawe te aaka a Ihowa, a te Atua o Iharaira ki te wahi i whakapaia e ahau mona.
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13
|1 Crônicas 15:13|
No te mea hoki ehara i a koutou i kawe i te tuatahi, no reira i torere mai ai a Ihowa, to tatou Atua ki a tatou, no te mea kihai i rite ki te tikanga ta tatou rapu i a ia.
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14
|1 Crônicas 15:14|
Heoi kei te whakatapu nga tohunga me nga Riwaiti i a ratou, kia kawea ai e ratou te aaka a Ihowa, a te Atua o Iharaira.
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15
|1 Crônicas 15:15|
Na ka amohia e nga tama a nga Riwaiti te aaka a te Atua, ka pera me ta Mohi i whakahau ai, me ta Ihowa i korero ai; ko nga amo i runga i o ratou pokohiwi.
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16
|1 Crônicas 15:16|
I korero ano a Rawiri ki nga rangatira o nga Riwaiti kia whakaritea o ratou teina hei kaiwaiata i runga i nga mea waiata, i nga hatere, i nga hapa, i nga himipora, he mea e rangona, he reo koa hoki e whakaarahia ana e ratou.
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17
|1 Crônicas 15:17|
Na ka whakaritea e nga Riwaiti, ko Hemana tama a Hoera; o ona teina hoki ko Ahapa tama a Perekia; o o ratou teina, o nga tama a Merari ko Etana tama a Kuhaia;
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18
|1 Crônicas 15:18|
O o ratou teina, nga tuarua, hei hoa mo ratou, ko Hakaraia, ko Pene, ko Taatiere, ko Hemiramoto, ko Tehiere, ko Uni, ko Eriapa, ko Penaia, ko Maaheia, ko Matitia, ko Eriperehe, ko Mikineia, ko Opereeroma, ko Teiere; he kaitiaki kuwaha ratou.
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19
|1 Crônicas 15:19|
Na whakaritea ana ko nga kaiwaiata, ko Hemana, ko Ahapa, ko Etana, hei whakatangi i nga himipora parahi;
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20
|1 Crônicas 15:20|
Na ko Hakaraia, ko Atiere, ko Hemiramoto, ko Tehiere, ko Uni, ko Eriapa, ko Maaheia, ko Penaia, he mea i runga i nga hatere, he mea Aramoto;
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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva