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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|1 Crônicas 21:1|
¶ Na ka tu a Hatana hei hoariri mo Iharaira, a ka whakakiki a Rawiri ki te tatau i a Iharaira.
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2
|1 Crônicas 21:2|
Na ka ki a Rawiri ki a Ioapa ratou ko nga rangatira o te iwi, Tikina taua a Iharaira, o Peerehepa atu a tae noa ki Rana, ka kawe mai ai i to ratou tokomaha ki ahau, kia mohio ai ahau.
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3
|1 Crônicas 21:3|
Ano ra ko Ioapa, Ma Ihowa e mea tana iwi kia rau noa atu i a ratou e noho nei, otiia, e toku ariki, e te kingi, ehara ianei ratou katoa i te pononga na toku ariki? He aha ra tenei i whaia ai e toku ariki? he aha i waiho ai hei take he mo Iharaira?
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4
|1 Crônicas 21:4|
Otiia kaha tonu ta te kingi kupu i ta Ioapa. Heoi ka turia atu e Ioapa, haereerea ana e ia a Iharaira katoa; kua tae ki Hiruharama.
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5
|1 Crônicas 21:5|
Na ka homai e Ioapa te tokomaha o te iwi i taua ki a Rawiri. Na a Iharaira katoa, he mano nga mano me nga mano kotahi rau, he hunga unu hoari; na a Hura, e wha rau e whitu tekau mano nga tangata unu hoari.
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6
|1 Crônicas 21:6|
Ko Riwai ia raua ko Pineamine, kihai i taua e ia i roto i a ratou; he mea whakarihariha hoki ki a Ioapa te kupu a te kingi.
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7
|1 Crônicas 21:7|
¶ Na ka riri te Atua ki tenei mea; a patua ana a Iharaira e ia.
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8
|1 Crônicas 21:8|
Na ka mea a Rawiri ki te Atua, Nui atu toku hara i ahau i mea i tenei mea: na, tena, kia whakarerea noatia iho te he o tau pononga, nui atu hoki toku kuware.
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9
|1 Crônicas 21:9|
Na ka puta te kupu a Ihowa ki ta Rawiri matakite, ki a Kara; i ki ia,
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10
|1 Crônicas 21:10|
Haere, ki atu ki a Rawiri, mea atu, Ko te kupu tenei a Ihowa, E toru enei mea ka whakaaria atu nei e ahau ki a koe, whiriwhiria tetahi o enei mau, a ka meatia e ahau ki a koe.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva