-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
21
|1 Crônicas 21:21|
Na, i a Rawiri e haere ana ki a Oronana, ka titiro a Oronana a ka kite i a Rawiri, na puta ana ia i te patunga witi, piko ana ki a Rawiri, tapapa ana ki te whenua.
-
22
|1 Crônicas 21:22|
Katahi ka mea a Rawiri ki a Oronana, Homai ki ahau te wahi i tenei patunga witi, kia hanga ai e ahau he aata ki a Ihowa; kia tino rite te utu ka homai ai e koe ki ahau, kia mutu ai te whiunga o te iwi.
-
23
|1 Crônicas 21:23|
Na ka mea a Oronana ki a Rawiri, Me tango mau, a ma toku ariki, ma te kingi e mea te mea e pai ana ki tana titiro; nana, ka hoatu e ahau ki a koe nga kau hei tahunga tinana, me nga patu witi hei wahie, me te witi ano hei whakahere totokore; ka h oatu katoa e ahau.
-
24
|1 Crônicas 21:24|
Na ka mea a Kingi Rawiri ki a Oronana, Kahore; engari ka hokona e ahau kia rite ano nga utu: e kore hoki ahau e tango i tau ma Ihowa, e kore hoki e whakaeke i nga mea kihai i utua hei tahunga tinana.
-
25
|1 Crônicas 21:25|
Heoi e ono rau nga hekere koura, he mea pauna, i hoatu e Rawiri ki a Oronana mo taua wahi.
-
26
|1 Crônicas 21:26|
A hanga ana e Rawiri he aata ki reira ma Ihowa, whakaekea ana he tahunga tinana, he whakahere mo te pai, a karanga ana ki a Ihowa. Na ka whakahokia tana i te rangi, he ahi ki runga ki te aata tahunga tinana.
-
27
|1 Crônicas 21:27|
Na ka korero a Ihowa ki te anahera, a whakahokia ana e ia tana hoari ki tona takotoranga.
-
28
|1 Crônicas 21:28|
I taua wa ano, i te kitenga o Rawiri kua whakarongo a Ihowa ki a ia i te patunga witi a Oronana Iephui, ka mea patunga tapu ia ki reira.
-
29
|1 Crônicas 21:29|
Ko te tapenakara hoki o Ihowa i hanga nei e Mohi ki te koraha, me te aata tahunga tinana, i te wahi tiketike i Kipeono i taua wa.
-
30
|1 Crônicas 21:30|
Kihai ia a Rawiri i ahei te haere ki mua o taua aata ki te rapu i ta te Atua; i wehi hoki ia i te hoari a te anahera a Ihowa.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva