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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|1 Crônicas 16:11|
Rapua a Ihowa, me tona kaha; rapua tonutia tona mata.
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12
|1 Crônicas 16:12|
Maharatia ana mahi whakamiharo i mahi ai ia; ana merekara, me nga whakaritenga a tona mangai;
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13
|1 Crônicas 16:13|
E nga uri o Iharaira, o tana pononga, e nga tama a Hakopa, e ana i whiriwhiri ai.
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14
|1 Crônicas 16:14|
Ko Ihowa ia, ko to tatou Atua: kei te whenua katoa ana whakaritenga.
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15
|1 Crônicas 16:15|
Maharatia tonutia tana kawenata, te kupu i kiia iho e ia ki te mano o nga whakatupuranga;
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16
|1 Crônicas 16:16|
Te kawenata i whakarite ai ia ki a Aperahama, tana oati hoki ki a Ihaka;
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17
|1 Crônicas 16:17|
A whakapumautia iho hei tikanga ki a Hakopa, hei kawenata mau tonu ki a Iharaira:
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18
|1 Crônicas 16:18|
I a ia i mea ra, Ka hoatu e ahau ki a koe te whenua o Kanaana hei wahi pumau mo koutou:
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19
|1 Crônicas 16:19|
I te mea e torutoru ana ano koutou; ae, e tokoiti rawa ana, he manene hoki ki reira;
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20
|1 Crônicas 16:20|
I a ratou e haereere ana i tenei iwi ki tera atu iwi, i tetahi rangatiratanga ki tetahi iwi ke.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva