-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
11
|1 Crônicas 17:11|
A ka tutuki ou ra, ka haere koe ki ou matua, na ka whakaarahia e ahau tou uri i muri i a koe i roto i au tama, ka whakapumautia ano e ahau tona kingitanga.
-
12
|1 Crônicas 17:12|
Mana e hanga he whare moku, a ka whakapumautia e ahau tona torona a ake ake.
-
13
|1 Crônicas 17:13|
Ko ahau hei matua ki a ia, ko ia hei tama ki ahau, e kore ano e mutu toku aroha ki a ia, e kore e pera me toku i mutu ki tera i mua atu na i a koe.
-
14
|1 Crônicas 17:14|
A ka tuturu ia ki toku whare, ki toku kingitanga a ake ake: a ka mau tonu tona torona mo ake tonu atu.
-
15
|1 Crônicas 17:15|
Rite tonu ki enei kupu katoa, ki tenei putanga katoa, nga kupu a Natana ki a Rawiri.
-
16
|1 Crônicas 17:16|
¶ Na ka haere a Kingi Rawiri, ka noho ki te aroaro o Ihowa; a ka mea ia, Ko wai ahau, e Ihowa, e te Atua, he aha hoki toku whare, i kawea mai ai ahau e koe ki konei?
-
17
|1 Crônicas 17:17|
He mea iti ano tenei ki tau titiro, e te Atua; kua korerotia nei hoki e koe te whare o tau pononga a tau tini noa atu, a kua titiro mai hoki koe ki ahau, ano ki te tangata nui rawa, e Ihowa, e te Atua.
-
18
|1 Crônicas 17:18|
Ko te aha ake hei korerotanga ma Rawiri ki a koe mo te whakahonore i tau pononga? e mohio ana hoki koe ki tau pononga.
-
19
|1 Crônicas 17:19|
He whakaaro ki tau pononga, e Ihowa, rite tonu ano ki ta tou ngakau, i mea ai koe i enei mea nunui katoa, i whakaritea mai ai enei mea nunui katoa.
-
20
|1 Crônicas 17:20|
Kahore he rite mou, e Ihowa, kahore atu hoki he atua, ko koe anake; rite tonu ki nga mea katoa i rongo ai o matou taringa.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva