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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|1 Crônicas 6:31|
¶ A ko te hunga tenei i whakaritea e Rawiri mo te mahi waiata i te whare o Ihowa, i te mea ka whai okiokinga te aaka.
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32
|1 Crônicas 6:32|
I minita ano ratou ki te ritenga atu o te nohoanga o te tapenakara o te whakaminenga, i waiata, a taea noatia te hanganga a Horomona i te whare o Ihowa ki Hiruharama: katahi ratou ka tuturu ki ta ratou mahi i whakaritea ma ratou.
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33
|1 Crônicas 6:33|
Na ko te hunga tenei i tuturu, me a ratou tama. No nga tama a nga Kohati; ko Hemana, he kaiwaiata, he tama na Hoera, tama a Hamuera,
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34
|1 Crônicas 6:34|
Tama a Erekana, tama a Ierohama, tama a Eriere, tama a Toaha,
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35
|1 Crônicas 6:35|
Tama a Tupu, tama a Erekana, tama a Mahata, tama a Amahai,
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36
|1 Crônicas 6:36|
Tama a Erekana, tama a Hoera tama a Ataria, tama a Tepania,
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37
|1 Crônicas 6:37|
Tama a Tahata, tama a Ahiari tama a Epiahapa, tama a Koraha,
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38
|1 Crônicas 6:38|
Tama a Itihara, tama a Kohata, tama a Riwai, tama a Iharaira.
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39
|1 Crônicas 6:39|
Ko tona teina ano hoki ko Ahapa, i tu nei ki tona ringa matau, ara a Ahapa, tama a Perakia, tama a Himea,
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40
|1 Crônicas 6:40|
Tama a Mikaera, tama a Paaheia, tama a Marakia,
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva