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Maori -
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11
|1 Pedro 3:11|
Me peka ke i te kino, me mahi i te pai; ko te rangimarie hei rapunga mana, hei whainga atu mana.
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12
|1 Pedro 3:12|
No te mea hoki kei runga i te hunga tika nga kanohi o te Ariki, me ona taringa kei te tuwhera ki a ratou inoi: e he mai ana ia te mata o te Ariki ki te hunga e mahi ana i te kino.
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13
|1 Pedro 3:13|
Ko wai hoki hei homai i te he ki a koutou, ki te aru koutou i te pai?
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14
|1 Pedro 3:14|
Otiia ki te mea na te whakaaro ki te tika i whakamamaetia ai koutou, ka hari koutou: aua ra e mataku i ta ratou whakamataku, kaua e pawera;
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15
|1 Pedro 3:15|
Engari whakatapua a te Karaiti hei Ariki i roto i o koutou ngakau: kia rite tonu hoki te kupu i a koutou i nga wa katoa, hei whakahokinga atu ma koutou ki nga tangata katoa, e ui ana ki a koutou ki te mea e tumanakohia atu nei e koutou; kia maha ki ano ia te ngakau, kia wehi:
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16
|1 Pedro 3:16|
¶ Kia pai o koutou hinengaro; mo ta ratou ngautuara ki a koutou, e ki nei he kaimahi koutou i te kino, kia whakama taua hunga e whakapae teka na ki ta koutou whakahaere pai i roto i a te Karaiti.
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17
|1 Pedro 3:17|
Ki te mea hoki i a tatou e mahi ana i te pai ka takoto i te Atua he mamae mo tatou, erangi tera i te mamae i a tatou e mahi ana i te kino.
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18
|1 Pedro 3:18|
¶ Kotahi hoki whakamamaetanga o te Karaiti mo nga hara, te tika mo te hunga he, kia arahina ai tatou e ia ki te Atua, i whakamatea ko te kikokiko, i whakaorangia ia ko te wairua:
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19
|1 Pedro 3:19|
Ko tona ano tena i tona haerenga ki te kauwhau ki nga wairua i te whare herehere:
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20
|1 Pedro 3:20|
I turi nei i mua, i te mea e tatari ana te manawanui o te Atua i nga ra i a Noa, i te mea e hanga ana te aaka, ko te mea i ora ai etahi wairua torutoru nei, ara tokowaru, i roto i te wai.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva