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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|2 Samuel 1:1|
¶ Na i muri iho i te matenga o Haora, i te mea kua hoki mai a Rawiri i te patunga i nga Amareki, a kua rua nga ra o Rawiri e noho ana ki Tikiraka:
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2
|2 Samuel 1:2|
I te toru o nga ra, na ko tetahi tangata e haere mai ana i te puni i a Haora, he mea haehae ona kakahu, he oneone i runga i tona matenga: a, no tona taenga mai ki a Rawiri, ka hinga ia ki te whenua, a ka piko.
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3
|2 Samuel 1:3|
Na ka mea a Rawiri ki a ia, I haere mai koe i hea? Ka mea tera ki a ia, I mawhiti mai ahau i te puni o Iharaira.
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4
|2 Samuel 1:4|
Ano ra ko Rawiri ki a ia, I pehea te mea ra? tena, korerotia mai ki ahau. Na ka mea ia, Kua whati te iwi i te whawhai, he tokomaha hoki o te iwi i hinga, i mate; kua mate hoki a Haora raua ko tana tama, ko Honatana.
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5
|2 Samuel 1:5|
Ano ra ko Rawiri ki te tamaiti nana nei i korero ki a ia, I mohiotia e koe ki te aha kua mate a Haora raua ko tana tama ko Honatana?
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6
|2 Samuel 1:6|
Na ka mea taua tamaiti nana nei i korero ki a ia, I tupono noa ahau ki runga i Maunga Kiripoa, na, ko Haora e okioki ana ki tana tao; na, e whai tata ana i a ia nga hariata me nga kaieke hoiho.
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7
|2 Samuel 1:7|
Na, i tona tahuritanga ki muri, ka kite i ahau, a ka karanga ki ahau. Na ka mea ahau, Tenei ahau.
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8
|2 Samuel 1:8|
Ano ra ko ia ki ahau, Ko wai koe? Ano ra ko ahau ki a ia, He Amareki ahau.
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9
|2 Samuel 1:9|
Na ka mea ia ki ahau, Tena, e tu ki toku taha, whakamatea hoki ahau, kua mau pu hoki ahau i te pouri; no te mea kei te toitu tonu te ora i roto i ahau.
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10
|2 Samuel 1:10|
Heoi tu ana ahau ki tona taha, whakamatea ana ia e ahau; i mohio hoki ahau e kore rawa ia e ora ake i te mea ka hinga nei ia. Na tangohia ana e ahau te karauna i tona matenga, me te poroporo i tona ringa, a kawea mai ana e ahau ki konei ki toku ariki.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva