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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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4
|2 Samuel 2:4|
Na ka haere mai nga tangata o Hura, a whakawahia ana a Rawiri e ratou ki reira hei kingi mo te whare o Hura. A ka korerotia ki a Rawiri te korero mo nga tangata o Iapehe Kireara, na ratou i tanu a Haora.
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5
|2 Samuel 2:5|
Na ka unga karere a Rawiri ki nga tangata o Iapehe Kirera hei mea ki a ratou, Kia manaakitia koutou e Ihowa mo tenei aroha i whakaputaina e koutou ki to koutou ariki, ara ki a Haora, mo ta koutou tanumanga i a ia.
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6
|2 Samuel 2:6|
Na kia whakaputaina mai e Ihowa he aroha, he pono, ki a koutou; ka utua ano hoki koutou e ahau mo tenei mahi pai, mo koutou i mea i tenei mea.
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7
|2 Samuel 2:7|
Tena ra, kia kaha o koutou ringa aianei, kia maia; kua mate hoki to koutou ariki, a Haora, kua oti ano ahau te whakawahi e te whare o Hura hei kingi mo ratou.
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8
|2 Samuel 2:8|
¶ Na tera kua mau a Apanere tama a Nere, te rangatira o te ope a Haora, ki a Ihipohete tama a Haora, a kua kawea mai e ia ki tawahi nei, ki Mahanaima;
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9
|2 Samuel 2:9|
A meinga ana e ia hei kingi mo Kireara, mo nga Ahuri, mo Ietereere, mo Eparaima, mo Pineamine, mo Iharaira katoa.
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10
|2 Samuel 2:10|
E wha tekau nga tau o Ihipohete tama a Haora, i a ia i meinga ai hei kingi mo Iharaira, a e rua nga tau i kingi ai. Ko te whare ia o Hura i whai i a Rawiri.
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11
|2 Samuel 2:11|
Na, ko te maha o nga ra i noho ai a Rawiri ki Heperona hei kingi mo te whare o Hura, e whitu tau e ono marama.
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12
|2 Samuel 2:12|
Na ka haere atu a Apanere tama a Nere, ratou ko nga tangata a Ihipohete tama a Haora, i Mahanaima ki Kipeono.
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13
|2 Samuel 2:13|
Na ka puta atu a Ioapa tama a Teruia me nga tangata a Rawiri, a tutaki ana ratou ki te poka wai i Kipeono: na noho ana ratou, ko enei i tenei taha o te poka, a ko era i tera taha o te poka.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva