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Maori -
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11
|Colossenses 2:11|
He mea kokoti koutou i roto i a ia, he kotinga kihai i meatia e te ringaringa, i te unuhanga atu i te tinana o nga hara o te kikokiko, i to te Karaiti kotinga;
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12
|Colossenses 2:12|
He mea tanu tahi koutou me ia i te iriiringa, he mea whakaara ngatahi ano hoki me ia i reira, no te mea ka whakapono nei ki te mahi a te Atua, nana nei ia i whakaara ake i te hunga mate.
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13
|Colossenses 2:13|
¶ He tupapaku na hoki koutou i nga he, i te kotingakore hoki o to koutou kikokiko, na, whakaorangia ngatahitia ana koutou me ia, he mea whakarere noa atu nana o koutou he katoa;
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14
|Colossenses 2:14|
Murua ake e ia nga tikanga i tuhituhia e te ringaringa, nga tikanga i hoariri ki a tatou, i tu ke mai i a tatou; tangohia ake e ia ki rahaki, he mea titi nana ki te ripeka;
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15
|Colossenses 2:15|
Pauhua ake e ia ki raro nga rangatiratanga me nga mana, whakakitea nuitia ana e ia, a waiho ana e ia taua ripeka hei mea whakataka mana i a ratou.
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16
|Colossenses 2:16|
¶ Na, kaua tetahi e whakawa i a koutou mo te kai, mo te inu, mo nga meatanga ki te hakari, ki te kowhititanga marama, ki nga hapati;
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17
|Colossenses 2:17|
He atarangi enei no nga mea i kiia e puta ana i muri; no te Karaiti ia te tinana.
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18
|Colossenses 2:18|
Kei riro ta koutou taonga i te maminga a te tangata e mea ana ki te whakaiti i a ia, ki te karakia ki nga anahera, ka noho i roto i nga mea e kitea ana e ia, ka whakapehapeha kau noa, he mea na tona ngakau kikokiko;
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19
|Colossenses 2:19|
A kahore e mau ki te Upoko, no roto nei i a ia te tinana katoa, he mea atawhai, he mea tuhonohono e nga hononga, e nga here, ka tupu ai, he tupu na te Atua.
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20
|Colossenses 2:20|
Ki te mea kua tupapaku ngatahi koutou ko te Karaiti ki nga mea timatanga o te ao, he aha koutou, ano e ora ana ki te ao, ka pupuri tonu ai i nga tikanga,
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva