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Maori -
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1
|Colossenses 3:1|
¶ Na, ki te mea kua ara ngatahi koutou me te Karaiti, rapua nga mea o runga, o te wahi e noho mai nei a te Karaiti i te ringa matau o te Atua.
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2
|Colossenses 3:2|
Kia anga atu to koutou whakaaro ki nga mea o runga, kaua ki nga mea kei te whenua.
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3
|Colossenses 3:3|
Kua mate hoki koutou, a kua oti to koutou ora te huna ki a te Karaiti i roto i te Atua.
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4
|Colossenses 3:4|
I te whakakitenga mai o te Karaiti, o to tatou ora, ko reira hoki koutou whakakitea tahitia ai me ia i runga i te kororia.
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5
|Colossenses 3:5|
¶ Na, whakamatea o koutou wahi i runga i te whenua; te moe tahae, te poke, te minamina ki te he, te hiahia kino, me te apo, he karakia whakapakoko hoki tena.
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6
|Colossenses 3:6|
He mea hoki enei e puta mai ai te riri o te Atua ki nga tamariki a te tutu.
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7
|Colossenses 3:7|
I roto hoki koutou i enei mea e haere ana i mua, i a koutou e noho ana i roto i aua mea.
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8
|Colossenses 3:8|
¶ Tena ko tenei whakarerea enei mea katoa; te aritarita, te riri, te mauahara, te korero kino, te korero whakarihariha, i roto i o koutou mangai.
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9
|Colossenses 3:9|
Kaua e teka tetahi ki tetahi, kua unuhia atu hoki i a koutou te tangata tawhito me ana hanga;
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10
|Colossenses 3:10|
Kua kakahuria nei te tangata hou, e whakahoutia nei i runga i te matauranga kia rite ki te ahua o tona kaihanga.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva