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Maori -
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1
|Daniel 5:1|
¶ I tukua ha hakari nui e Kingi Perehatara ma etahi o ana ariki, kotahi te mano, a inu waina ana ia i te aroaro o te mano.
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2
|Daniel 5:2|
I te mea e inu waina ana a Perehatara, ka whakahau ia kia kawea mai nga oko, nga mea koura, nga mea hiriwa, i tangohia e tona papa, e Nepukaneha, i roto i te temepara i Hiruharama; hei mea inu ma te kingi, ma ana rangatira, ma ana wahine, ma ana wahine hoahoa.
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3
|Daniel 5:3|
Katahi ka kawea mai e ratou nga oko koura i tangohia i roto i te temepara o te whare o te Atua i Hiruharama; a inu ana ki aua mea te kingi, ana ariki, ana wahine, me ana wahine hoahoa.
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4
|Daniel 5:4|
Inu waina ana ratou, whakamoemiti ana ki nga atua, ki nga mea koura, hiriwa, parahi, rino, rakau, kohatu.
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5
|Daniel 5:5|
I taua haora ka puta mai nga maihao o tetahi ringa tangata, kei te tuhituhi ki te ritenga ake o te turanga rama, ki te paninga i te taha o te whare o te kingi: a ka kite te kingi i te wahi o te ringa nana te tuhituhi.
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6
|Daniel 5:6|
Katahi ka puta ke te mata o te kingi, raruraru ana ia i ona whakaaro, a tangoro iho nga hononga o tona hope, kei te aki mai ano ona turi ki a raua.
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7
|Daniel 5:7|
Na nui atu te karanga a te kingi kia kawea mai nga kaititiro whetu, nga Karari, nga tohunga tuaahu. A i korero te kingi, i mea ki nga tangata whakaaro nui o Papurona, Ko te tangata e korerotia ai tenei tuhituhi, a ka whakaaturia mai e ia tona tik anga ki ahau, he ngangana te kakahu mona, he mekameka koura ano mo tona kaki, a ko ia ano hei rangatira tuatoru i te kingitanga.
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8
|Daniel 5:8|
Katahi ka haere mai nga tangata whakaaro nui katoa e te kingi: heoi kihai i ahei te korero i te tuhituhi, kihai ano i whakaatu i tona tikanga ki te kingi.
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9
|Daniel 5:9|
Katahi ka nui atu te raruraru o Kingi Perehatara, ka puta ke tona mata, a tahurihuri ana ana ariki.
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10
|Daniel 5:10|
¶ Na ka haere te kuini ki te whare hakari, na nga kupu hoki a te kingi ratou ko ana ariki: na ka korero te kuini, ka mea, E te kingi, kia ora tonu koe: kei raruraru koe i ou whakaaro, kei puta ke tou mata.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva