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Maori -
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|Filipenses 4:10|
¶ Nui atu ia toku hari i roto i te Ariki mo to koutou whakaaro ki ahau katahi nei ka pihi ake ano; he mea ano ia i whakaaroa e koutou i mua, otiia kihai i whai meatanga.
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11
|Filipenses 4:11|
Ehara taku e korero nei i te mea mo te rawakore: kua ako hoki ahau, ahakoa kei hea ahau e noho ana, kia tatu toku ngakau i reira.
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12
|Filipenses 4:12|
Ko te whakahoki i ahau ki raro, matau tonu i ahau; ko te whai rawa, matau tonu i ahau: i nga wahi katoa, i nga mea katoa, ka oti ahau te whakaako, kia makona, a kia mate i te kai, kia whai rawa, a kia rawakore ranei.
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13
|Filipenses 4:13|
Ka taea e ahau nga mea katoa i roto i a te Karaiti e whakakaha nei i ahau.
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14
|Filipenses 4:14|
He ahakoa ra, he pai ta koutou mahi, i a koutou i uru nei ki toku mate.
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15
|Filipenses 4:15|
Na e matau ana ano ra koutou, e nga Piripai, i te timatanga o te rongopai, i ahau i haere atu ai i Makeronia, kahore he hahi i uru ki taku tikanga, ara mo tetahi mea kia tukua atu, kia homai ranei, ko koutou anake.
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16
|Filipenses 4:16|
I Teharonika ano hoki kotahi, e rua, a koutou homaitanga i nga mea i matea e ahau, kia kawea ake maku.
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17
|Filipenses 4:17|
Ehara i te mea e whai ana ahau i tetahi mea kia homai; engari e whai ana ahau kia maha ake nga hua hei mea ma koutou.
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18
|Filipenses 4:18|
Otiia kei te whiwhi ahau i nga mea katoa, hira noa ake hoki aku: kua ki ahau, kua tae mai nei i a Epaporitu nga mea i ahu mai i a koutou, he kakara reka, he patunga tapu e manakohia ana, ko ta te Atua e ahuareka mai ai.
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19
|Filipenses 4:19|
A ma toku Atua e mea kia hua nga mea katoa e matea ana e koutou, kia rite ki te nui o tona kororia, i roto i a Karaiti Ihu.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva