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Maori -
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21
|Filipenses 2:21|
Ko ta te katoa hoki e rapu nei, ko ta ratou ake, kahore nga mea a Ihu Karaiti.
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22
|Filipenses 2:22|
Ko koutou ia e matau ana ki ona tohu, he pera tana me ta te tamaiti ki te matua, ko toku hoa ia ki te kawe haere i te rongopai.
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23
|Filipenses 2:23|
Ko ia taku e mea nei kia tonoa wawetia atu, ina kite ahau i te tukunga iho ki ahau.
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24
|Filipenses 2:24|
Otiia e u ana toku whakaaro i roto i te Ariki, ka hohoro toku tae atu.
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25
|Filipenses 2:25|
I ea ano ia ahau me tono atu ki a koutou a Epaporitu, toku teina, toku hoa mahi, toku hoa hoia, na koutou ia karere, he kaimahi ano hoki i nga mea i matea e ahau.
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26
|Filipenses 2:26|
Koinga tonu hoki ia ki a koutou katoa, kanohi rawa, no te mea i rongo koutou he turoro ia.
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27
|Filipenses 2:27|
He turoro ra hoki ia, tata pu ki te mate: otira i tohungia ia e te Atua; ehara ano i te mea ko ia anake, ko ahau ano hoki, kei tapiritia he pouri ki toku pouri.
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28
|Filipenses 2:28|
Koia i nui rawa ai toku ngakau ki te tono atu i a ia, kia kite ai ano koutou i a ia, kia hari ai, kia taharahara iho ai hoki toku pouri.
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29
|Filipenses 2:29|
Kia nui te hari i runga i te Ariki, ina tae atu ia; whakahonoretia ano hoki nga pera;
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30
|Filipenses 2:30|
No te mea na te mahi ki a te Karaiti i tata ai ia ki te mate, te ihupuku ki te ora, kia rite ai i a ia nga mahi ki ahau, kihai nei i rite i a koutou.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva