-
-
Maori -
-
11
|Filipenses 3:11|
Me kore ahau e tutuki ki te aranga mai i roto i te hunga mate.
-
12
|Filipenses 3:12|
Ehara i te mea kua mau rawa i ahau, kua tino rite ranei ahau: engari e whaia atu ana e ahau, me kore e mau i ahau te mea i mau ai ahau i a Karaiti Ihu.
-
13
|Filipenses 3:13|
E oku teina, kahore aku kianga ake kua mau i ahau: kotahi ia taku, wareware ake i ahau nga mea o muri, whatoro tonu atu ki nga mea i mua,
-
14
|Filipenses 3:14|
Ka tawhai tonu ahau ki te tohu, ki te utu whakahonore o to runga karangatanga a te Atua, i roto i a Karaiti Ihu.
-
15
|Filipenses 3:15|
¶ Na reira, ko te hunga o tatou kua tino rite, kia penei o tatou whakaaro: a ki te rere ke o koutou whakaaro ki tetahi mea, ma te Atua ano tenei e whakakite ki a koutou.
-
16
|Filipenses 3:16|
Engari ko te wahi kua taea atu e tatou ko tera ano hei tikanga mo ta tatou haere.
-
17
|Filipenses 3:17|
¶ Kia rite to koutou ki toku, e oku teina, tirohia hoki te hunga e rite ana te haere ki ta matou kua waiho nei hei tauira mo koutou.
-
18
|Filipenses 3:18|
He tokomaha hoki kei te haere, ka maha nei nga wa i korerotia ai ratou e ahau ki a koutou, a ka korerotia nei inaianei me te tangi ano ahau, he hoa whawhai ratou ki te ripeka o te Karaiti;
-
19
|Filipenses 3:19|
Ko te tukunga iho ki a ratou he whakangaro, to ratou atua ko te kopu, to ratou kororia hoki kei runga i to ratou whakama, ko nga mea o te whenua ta ratou e whakaaro ai.
-
20
|Filipenses 3:20|
Ko te rangi ia te wahi i tangata whenua ai tatou: kei reira hoki te Kaiwhakaora e taria atu nei e tatou, te Ariki, a Ihu Karaiti.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva