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Maori -
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21
|Gálatas 1:21|
Muri iho ka haere ahau ki nga wahi o Hiria, o Kirikia;
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22
|Gálatas 1:22|
Kihai ano toku mata i mohiotia e nga hahi o Huria i roto i a te Karaiti:
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23
|Gálatas 1:23|
I rongo kau ratou, Ko te tangata tukino i a matou i mua, e kauwhautia ana e ia inaianei te whakapono i whakangaromia ra e ia.
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24
|Gálatas 1:24|
A whakakororia ana ratou i te Atua mo tana ki ahau.
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1
|Gálatas 2:1|
¶ Muri iho, kia pahure nga tau tekau ma wha, ka haere ano ahau ki Hiruharama maua ko Panapa, me te mau ano i a Taituha hei hoa moku.
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2
|Gálatas 2:2|
Na te whakakitenga mai hoki ahau i haere ai, a whakatakotoria ana e ahau ki a ratou te rongopai e kauwhautia nei e ahau ki nga tauiwi; otiia i meatia pukutia ki te hunga whai ingoa, kei maumau kau taku oma onaianei, o mua ra ranei.
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3
|Gálatas 2:3|
Kihai ia a Taituha, toku hoa, he Kariki nei ia, i meinga kia kotia:
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4
|Gálatas 2:4|
Mo nga teina teka hoki i whakaurua pukutia mai, i haere puku mai nei ki te tirotiro i to matou ahua, he herekore i roto i a Karaiti Ihu, kia whakataurekareka ai ratou i a matou.
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5
|Gálatas 2:5|
Kihai rawa matou i whakangawari iho, i rongo ki a ratou, ahakoa kotahi haora; he mea kia mau ai te pono o te rongopai ki a koutou.
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6
|Gálatas 2:6|
Otira ko te hunga whai ingoa ahakoa he aha ratou, kahore tahi he tikanga ki ahau: kahore a te Atua whakapai ki te kanohi tangata kihai ratou, te hunga whai ingoa, i whakaatu mea ki ahau:
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva