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Maori -
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1
|Hebreus 11:1|
¶ Na, ko te whakapono, he whakapumautanga i nga mea e tumanakohia atu ana, he whakakitenga i nga mea kahore nei e kitea.
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2
|Hebreus 11:2|
Na konei hoki nga kaumatua i korerotia paitia ai.
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3
|Hebreus 11:3|
Na te whakapono i matau ai tatou he mea hanga nga ao e te kupu a te Atua, a, ko nga mea e tirohia atu nei kihai i puta ake i roto i nga mea e kitea ana.
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4
|Hebreus 11:4|
¶ Na te whakapono i pai ake ai i ta Kaina te patunga tapu i tapaea e Apera ki te Atua, na tena hoki i whakaatu tona tika, i whakaatu hoki te Atua mo ana whakahere; na tena ano ia i whai kupu ai, ahakoa mate.
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5
|Hebreus 11:5|
Na te whakapono a Enoka i kawea ketia ai, te kite i te mate; na kahore ia i kitea, no te mea kua kawea ketia ia e te Atua; i mua atu hoki i tona kawenga ketanga i whakaaturia mai ia, e ahuareka ana te Atua ki a ia.
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6
|Hebreus 11:6|
Ki te kahore hoki he whakapono, e kore e taea he mea e ahuareka mai ai ia: ki te haere hoki tetahi ki te Atua, me whakapono ko ia ano tenei ko te Atua, e homai ana e ia he utu ki te hunga e ata rapu ana i a ia.
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7
|Hebreus 11:7|
Na te whakapono a Noa, i tona whakamaharatanga e te Atua ki nga mea kahore i kitea noatia, i oho ai, he wehi ki te Atua, a hanga ana e ia te aaka hei whakaora mo tona whare; he whakataunga tena nana i te he ki te ao, a uru ana ki te tika o te wha kapono.
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8
|Hebreus 11:8|
Na te whakapono a Aperahama i ngohengohe ai, i tona karangatanga kia haere ki te wahi meake riro i a ia hei kainga; a haere ana ia, te matau ki te wahi e haere ai ia.
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9
|Hebreus 11:9|
Na te whakapono ia i noho manene ai ki te whenua i whakaaria mai, he whenua tangata ke ano ki a ia, a noho teneti ana ia, ratou ko Ihaka, ko Hakopa, ona hoa kua uru tahi nei ratou ki taua mea i whakaaria mai ra:
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10
|Hebreus 11:10|
I tatari hoki ia ki te pa whai turanga, ko te Atua nei te kaihanga, te kaimahi.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva