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Maori -
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1
|Hebreus 5:1|
¶ Ko ia tohunga nui hoki e tangohia nei i roto i nga tangata, he mea whakatu ratou mo nga mea a nga tangata ki te Atua, hei tapae i nga whakahere, i nga patunga tapu mo nga hara:
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2
|Hebreus 5:2|
E taea e ia te ata hanga ki te hunga e kuware ana, e kotiti ke ana; no te mea e muia ana ano ia e te ngoikore;
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3
|Hebreus 5:3|
Na konei i tika ai, kia rite ki tana mo te iwi tana e tapae ai mona ake, hei whakahere mo nga hara.
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4
|Hebreus 5:4|
E kore ano hoki tetahi e tango i tenei honore ki a ia ano, engari te tangata e karangatia ana e te Atua, e peratia ana me Arona.
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5
|Hebreus 5:5|
Waihoki ko te Karaiti kahore ana whakanui i a ia hei tohunga nui; na tera ke i ki ra ki a ia, Ko koe taku Tama, nonaianei koe i whakatupuria ai e ahau.
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6
|Hebreus 5:6|
Pera hoki me tana i ki ai i tetahi atu wahi, Hei tohunga koe ake ake i runga i te ritenga o Merekihereke.
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7
|Hebreus 5:7|
I nga ra o tona kikokiko, i tukua e ia he inoi, he karakia, i runga i te karangaranga kaha, i te roimata, ki te Mea kaha ki te whakaora i a ia i te mate, a whakarangona ana mona i wehi ki te Atua;
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8
|Hebreus 5:8|
Ahakoa he Tama ia, i whakaakona ia ki te ngohengohe e ona mamae:
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9
|Hebreus 5:9|
A ka meinga nei ia kia tino rite, ka waiho ia hei take mo te ora tonu ki te hunga katoa e ngohengohe ana ki a ia;
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10
|Hebreus 5:10|
¶ He mea karanga na te Atua hei tohunga nui i runga i te ritenga o Merekihereke.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva