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Maori -
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1
|Habacuque 2:1|
¶ Ka tu ahau ki taku mahi tiaki, ka whakanoho i ahau ki te taumaihi, ka tutei atu, ka titiro atu, ko te aha e kiia mai e ia ki ahau, a ko te aha e whakahokia e ahau ina riria taku.
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2
|Habacuque 2:2|
Na ka utua mai taku e Ihowa; i ki mai ia, Tuhituhia te kite, kia marama rawa ki nga papa, kia tere ai te kaikorero.
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3
|Habacuque 2:3|
Mo tona wa ano hoki i whakaritea ai te kite, a e whawhai ana ia ki te mutunga, a e kore e teka; ahakoa roa ia, tatari atu ki a ia; no te mea he pono rawa ka puta mai; e kore e whakaroa.
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4
|Habacuque 2:4|
Nana, kei te whakakake tona ngakau, kahore e tika i roto i a ia: ma tona whakapono ia ki ora ai te tangata tika.
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5
|Habacuque 2:5|
¶ Ae ra hoki, he mea nanakia te waina, he tangata whakakake, kahore e ata noho i te kainga; ko tona hiahia whakanuia ake e ia ano ko te reinga; kei te mate tona rite, e kore ano e ngata, e tawhiua ana hoki e ia nga iwi katoa ki a ia, e tuapuatia an a nga tangata katoa ki a ia:
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6
|Habacuque 2:6|
E kore ianei e whakahuatia e enei katoa he kupu whakatauki mona, he whakapeka taunu ano mona, a ka mea, Aue, te mate mo te tangata e ami ana i te mea ehara nei i a ia! he pehea ra te roa? mo te tangata ano e haupu ake ana i te taunaha ki runga ki a ia!
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7
|Habacuque 2:7|
E kore ianei e maranga ohorere ake nga kaingau mou? e kore ianei e ara nga kaiwhakatoi i a koe, a ka waiho koe hei taonga parau ma ratou?
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8
|Habacuque 2:8|
No te mea he maha nga iwi i pahuatia e koe, na ka pahuatia koe e nga toenga katoa o nga iwi; he mea hoki mo te toto o nga tangata, mo te mahi nanakia ki te whenua, ki te pa, a ki nga tangata katoa ano i reira.
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9
|Habacuque 2:9|
Aue, te mate mo te tangata, he kino nei te apo i apo taonga ai ia mo tona whare, he mea kia tiketike ake ai tona kohanga, kia ora ai ia i te kaha o te kino!
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10
|Habacuque 2:10|
Kua takoto i a koe he whakama mo tou whare i tau hatepenga atu i nga iwi maha; kua hara ano ki tou wairua ake.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva